Bullying não é brincadeira

Tema: Caminhos para acabar com o bullying na escola

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 08/05/2017
Nota tradicional: 400
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Nos últimos anos (Vírgula) a prática do bullying vem sendo comum nas escolas do mundo todo (Por quê?). Apelidos como “baleia”, “palito”, são usados para intimidar os mais fracos. Além da prática verbal, existem também atitudes que acabam oprimindo o indivíduo, como ameaças ou até mesmo a violência corporal em si, isolando-os dos outros colegas que acaba causando grandes danos em sua vida. Muitas das escolas nem sequer assumem passar por esse problema. Muitas vezes (Vírgula) os “valentões” que praticam o bullying são vistos como espelho para o resto dos colegas, por serem “populares” e causarem medo, assim o vêem como alguém a seguir, tornando-se igual a ele e afetando também a sua vida.

Uma pesquisa realizada no Brasil em 2010 (Vírgula) revelou que a prática do bullyng é comum em alunos de 5ª e 6ª série. As cidades que mais sofrem com essa prática são: Brasilia, Belo Horizonte e Curitiba. As crianças que sofrem o bullying tendem a se tornar adultos com pensamentos negativos e baixa auto-estima. Além de influenciar na vida dos que agredidos, a agressão, quando a escola não interfere, acaba afetando também os que presenciam, causando sentimentos de medo e ansiedade. (Discussão limitada)

Um dos motivos existentes dessa prática é o padrão de beleza imposto pela sociedade (Qual? Dê exemplo) em que só é aceito aquele que o segue, qualquer pessoa fora desse padrão não é aceita em nenhum círculo de pessoas. (Discussão limitada) 

Tendo isso em vista (Vírgula) deve-se encontrar meios para, ao menos, diminuir essas práticas. As escolas podem abrir espaço para os alunos conversarem sobre o que estiver acontecendo e até para denúncias da prática do bullying de preferência anônimas para não intimidá-los ainda mais, tendo assim que comprovar a prática e achar meios de punir e conscientizar o agressor. Outra alternativa é fazer reuniões com pais e alunos, clarificando os danos que podem ser causados na vida dos indivíduos que podem vir a sofrer essa prática, dando importância na orientação em casa dos pais para com os filhos nas conseqüências que pode vir a ter a quem pratica esse agressão.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos