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Ultimamente, o bullying tem se manifestado cada vez mais nas escolas brasileiras. Antigamente, as pessoas viam o bullying como brincadeiras inocentes que não tinham o intuito de ferir e machucar. Atualmente, as pessoas veem a importância do combate ao bullying nas instituições de ensino. Portanto, o preconceito escolar deve ser rapidamente combatido e a busca pelo respeito não deve cessar.
O jovem ou a criança que é vítima do bullying acaba perdendo a capacidade de interação com as outras pessoas (Por quê? Apresente essa discussão no texto). As vítimas ficam mais propensas às fobias sociais, e por conta dessas cruéis brincadeiras acabam desenvolvendo doenças psicológicas (Dê exemplos). Constantemente, as crianças e os jovens brasileiros passam por constrangimentos e humilhações o que favorece a entrada da depressão logo na infância.
Os praticantes de bullying certamente baseiam seus pensamentos nos preconceitos (Quais? Cite-os), levando em conta os apelidos que usam (Dê exemplos). Com a ajuda dos recursos midiáticos, as brincadeiras vêm ficando cada vez mais violentas e frequentes. Os agressores usam a aparência física das vítimas para intimidar e brincar com suas características o que só reforça a existência de padrões (Quais?). (Discussão limitada)
Para que esse problema seja solucionado é necessário a mobilização de todos. As escolas devem criar palestras e estudos com o intuito de ensinar o respeito e aceitação. A população deve se conscientizar e tratar o bullying com seriedade (Por quê?). Além disso, devem ensinar a compreensão e a tolerância às crianças que desde muito cedo devem aprender a respeitar. (Discussão limitada)
Subentende-se, então, que o bullying é algo cruel e inaceitável e deve ser combatido nas escolas brasileiras. Os jovens e as crianças não podem mais sofrer nas dependências escolares e devem ser protegidos de tais preconceitos (Como assim? Reformule). Todos têm o direito a ser e de se expressar da maneira que preferir e devem ser aceitos e compreendidos pela sociedade.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |