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Considerada uma obra prima do escritor francês Victor Hugo, a obra "O corcunda de Notre-Dame" trás à tona a história de Quasimodo, que vive excluso em uma catedral. Motivado pela sua aparência considerada socialmente inadequada, o personagem teme em sair em público para não ser humilhado. Apesar de constituir um conto de fadas, a história do personagem se assemelha a muitas crianças e adolescentes que sofrem com o bullying, as quais, (Sem vírgula) encaram os mais variados efeitos que vão desde uma discussão ou até mesmo acarretar em suicídio.
O tema é tão delicado que não deve ser encarado apenas como um "caso de corredor". Prova disso é a pesquisa feita pela antiga Ong Abrapia, no Rio, que revelou que: (Sem dois pontos) 4 em cada 10 jovens ratificaram que passaram ou ainda encaram situações de preconceito que vão desde uma nota 10 (o "nerd"), passando pela estrutura corporal (o "orelhudo") e até mesmo a cidade de origem (o "caipira"). Essas e outras situações demonstram a ainda ineficaz presença de instrução social (Que tipo de instrução? Discuta no texto) nas classes escolares do Brasil.
Para alcançar uma correção para esse problema há a necessidade de se agir diretamente na escola. Basicamente, seria de grande valia a inserção de uma matéria (patrocinada e monitorada pelo MEC) nos cursos de licenciatura para dar instrução aos futuros profissionais da educação. Assim, o trabalho do monitoramento de casos de bullying não ficaria restrito à direção e coordenação das instituições de ensino bem como as assistências sociais, mas seria resolvido antes dos problemas ficarem maiores e chegarem a tais seções, ou seja, os problemas da sala ficam e são resolvidos nela.
A conclusão é simples: com alunos e professores debatendo juntos esse delicado dilema, a resolução de atritos nas escolas irá além de uma punição aos culpados e chegará ao ponto no qual todos, através da discussão, serão habilitados como entendedores e inibidores do bullying. Se tal forma de encarar uma situação difícil fosse adotada desde a época do Corcunda, a história de um Brasil e um mundo grandemente taxativos em relação a um mero defeito genotípico ou fenotípico seria outra. (Desenvolva as ideias desse parágrafo)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |