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Referente ao bullying na escola brasileira, é impossível considerar esse um fenômeno essencial na à vida dos jovens (como muitos alegam (Quem?)), tendo em vista não só as motivações (Quais?) que levam os agressores a cometerem esse delito, como também os processos negativos enfrentados na saúde psicológica da vítima. Nesse contexto, é necessário uma resolução desse problema no ambiente de aprendizado.
Um fato pode, sobretudo, ser citado dentre as motivações desencadeadoras do ato de cometer o bullying: a sensação de que o respeito, a popularidade e aceitação são somente validadas quando é violada a integridade física e psicológica de um colega mais frágil. Nesse caso, cabe aos pais do agressor, conscientizá-los que essas supostas conquistas podem ser adquiridas por meio do respeito e educação aos outros, afinal, quem respeita recebe a mesma afetividade que é dada. (Discussão limitada, mas possui boas ideias)
Somado ao fato das motivações do ofensor, é cabível citar os transtornos de personalidade e inferioridade, cujos os quais a vítima está submetida. Sujeitas a dores quase insuportáveis, muitas crianças e adolescentes procuram acabar com o sofrimento se suicidando, como foi o caso de uma criança estadunidense de 11 anos, Bethany Thompson, que tirou sua vida por conta de um preconceito de colegas à uma marca no seu rosto deixada após o tratamento de um câncer. No que se refere a essas vítimas, denúncias devem partir da revolta contra esses preconceitos frívolos, aos familiares, cabe investigar sintomas comuns de quem sofre o bullying, levá-los eventualmente à um profissional da área e mobilizarem a escola com reclamações e projetos populares.
Ademais, para que o bullying seja parcialmente extinguido no âmbito pedagógico, é necessário uma criação de projetos (Quais?) mais eficazes na grade letiva, visando penalidades maiores aos agressores e suporte psicológico as vítimas.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |