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Bullying é o ato de perseguir ou hostilizar até a exaustão uma pessoa na presença de outras. No brasil (Vírgula) este é um problema real em escolas, visto que uma pesquisa da ABRAPIA (Associação Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência) aponta que 40% dos seus entrevistados já sofreram bullying, apesar deste ainda ser visto como frescura por muitos.
Há diversos vídeos na internet de jovens vítimas de bullying sendo confrontadas pelos valentões, seja com xingamentos ou agressões físicas. A série americana “Everybody hates Chris” ilustra muito bem isso, com os personagens Chris e Greg que são chamados de nomes pejorativos, (Sem vírgula) por Caruso que rouba o dinheiro deles, agride-os e os prende em armários. Porém, é importante lembrar que esses valentões, boa parte das vezes (Vírgula) assim como na série, tem um motivo para fazerem isso, posto que ao menosprezar a intensão do agressor é sentir-se superior, o que demonstra baixa autoestima ou outros problemas (Desenvolva essa ideia com mais clareza. Deixe evidente no texto).
Mesmo o bullying sendo um grande problema nas escolas (Vírgula) em muitos casos não é identificado pelos professores e familiares (Por quê?), o que impossibilita uma intervenção. Ademais, há pessoas que acreditam que não acreditam que o bullying seja um impasse e que isso é bobagem de crianças e adolescentes que foram mimados. Contudo, as consequências desse tipo de perseguição para a vítima é o isolamento até mesmo em casa (Vírgula) o que pode levar à agressividade ou depressão. (Discussão limitada)
Logo, é necessário que professores recebam treinamentos ofertados pelo Ministério da Educação (MEC) com psicólogos, visando identificar alunos que estão a sofrer bullying e encaminhá-los para apoio psicológico. Além da ajuda à vítima é preciso também aos agressores, dado que eles possuem algum tipo de problema que não sabem como lidar. É importante também que esses façam trabalho social como penalidade e forma de conscientização.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |