Brincadeira ou violência?

Tema: Caminhos para acabar com o bullying na escola

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 03/05/2017
Nota tradicional: 250
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Bullying: Violência ou brincadeira? Este ato pode ser considerado também como discriminação e intolerância em alguns casos (Quais? Discuta no texto). Alguns cidadãos fazem comentários referindo-se o bullying a uma brincadeira (Como assim? Reformule), (Sem vírgula)que, portanto não afeta e não deve ser combatida e, para outros, o bullying é um tipo de violência que deve ser combatido.

Não é porque uma determinada pessoa foge do “padrão” que ela deve ser agredida fisicamente, verbalmente ou psicologicamente (Por quê?). Todos devemos ser respeitados e devemos respeitar. Essa agressão pode ser praticada pela diferença de peso (a mais ou a menos que o ideal), pelo formato, cor e textura do cabelo, pela etnia, pela sexualidade. Alguns indivíduos acham que existem “n” motivos para ofender e humilhar o próximo em público ou não.

No Brasil é comum ouvirmos “no meu tempo era brincadeira, ninguém se ofendia.” Essa “brincadeira” (Vírgula)para alguns, pode gerar graves consequências como: suicídio, baixo rendimento escolar, depressão, complexo de inferioridade e até mesmo o sentimento de vingança e raiva pode aflorar dentro da vítima. Na maioria das vezes quem pratica essa violência contra os outros possui complexo de superioridade.

A violência não é brincadeira e não deve ser minimizada, (Ponto final) brincadeira é quando as duas partes se divertem e não uma só. Esse problema não é de algumas partes do mundo e sim em quase todas. Desmistificar o bullying seria um bom começo para extinguir ele (De que maneira isso seria possível). Mostrar para os mais obsoletos que o assunto não é brincadeira, (Sem vírgula) que não é bobeira através de documentários, vídeos dentro e fora das escolas, campanhas pela mídia, leis que reeduquem os agressores para que os mesmos entendam que fizeram algo de errado.
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 50 Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 250 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos