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Bullying: Violência ou brincadeira? Este ato pode ser considerado também como discriminação e intolerância em alguns casos (Quais? Discuta no texto). Alguns cidadãos fazem comentários referindo-se o bullying a uma brincadeira (Como assim? Reformule), (Sem vírgula)que, portanto não afeta e não deve ser combatida e, para outros, o bullying é um tipo de violência que deve ser combatido.
Não é porque uma determinada pessoa foge do “padrão” que ela deve ser agredida fisicamente, verbalmente ou psicologicamente (Por quê?). Todos devemos ser respeitados e devemos respeitar. Essa agressão pode ser praticada pela diferença de peso (a mais ou a menos que o ideal), pelo formato, cor e textura do cabelo, pela etnia, pela sexualidade. Alguns indivíduos acham que existem “n” motivos para ofender e humilhar o próximo em público ou não.
No Brasil é comum ouvirmos “no meu tempo era brincadeira, ninguém se ofendia.” Essa “brincadeira” (Vírgula)para alguns, pode gerar graves consequências como: suicídio, baixo rendimento escolar, depressão, complexo de inferioridade e até mesmo o sentimento de vingança e raiva pode aflorar dentro da vítima. Na maioria das vezes quem pratica essa violência contra os outros possui complexo de superioridade.
A violência não é brincadeira e não deve ser minimizada, (Ponto final) brincadeira é quando as duas partes se divertem e não uma só. Esse problema não é de algumas partes do mundo e sim em quase todas. Desmistificar o bullying seria um bom começo para extinguir ele (De que maneira isso seria possível). Mostrar para os mais obsoletos que o assunto não é brincadeira, (Sem vírgula) que não é bobeira através de documentários, vídeos dentro e fora das escolas, campanhas pela mídia, leis que reeduquem os agressores para que os mesmos entendam que fizeram algo de errado.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
250
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |