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Bomba atômica, gás mostarda, gás cloro, gás sarin são alguns exemplos de armas biológicas e químicas que foram utilizadas em guerras, como a Primeira e Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coréia, Guerra Civil na Síria, dentre outras.
Desde a antiguidade essas armas eram utilizadas, (Sem vírgula) por motivos políticos, religiosos ou territóriais. Era comum ter água e ar contaminados. Em diversas guerras foram aplicadas esses tipos de armamento, (Sem vírgula) que resultou na morte de milhares de indivíduos.
As armas químicas causam uma destruição em massa, deformando assim o corpo dos seres vivos, podendo restar apenas pó. As armas biológicas causam mudanças drásticas no corpo, na maioria das vezes dor, erupções, asfixia, (Sem vírgula) e manchas.
Os seres humanos não pensam na dor que esses tipos de armas podem causar ao próximo. Realizam isso para o benefício próprio ou para o benefício da nação, (Sem vírgula) do seu país de origem, apenas por quererem defender seus territórios, sua religião e sua política, ocasionando assim, (Sem vírgula) mortes de pessoas indefesas e inocentes. Em muitos países (Quais? Cite alguns exmplos) existem laboratórios de armas químicas e biológicas, tendo como requisito, (Sem vírgula) uma indústria medianamente desenvolvida.
A cada dia que se passa, (Sem vírgula) novas armas são descobertas/criadas para que seu efeito seja mais eficaz, destruindo os homens com maior rapidez que já fora um dia. Dependendo do agente e do meio de propagação utilizado, uma sociedade inteira pode ser extinguida em apenas cinco dias.
Portanto, o governo poderia proibir a fabricação dessas armas através de novas leis, pois assim, (Sem vírgula) o número de vítimas seria reduzido. Escolas devem ensinar aos alunos a importância de uma vida, através de visitas em orfanatos, asilos, trabalhos que demonstrem essa importância. O Ministério da Saúde deve conscientizar a todos sobre os riscos que esse armamento pode causar e o que se pode fazer, através de palestras, folhetos espalhados. Conscientizar a todos será uma das melhores condutas.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |