Há anos que nos autodestruímos.

Tema: Uso de armas químicas e biológicas: até que ponto pode chegar a capacidade humana de destruição?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 28/04/2017
Nota tradicional: 250
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

A ciência proporciona avanço e ao mesmo tempo métodos de destruição da vida. O uso de armamento de destruição em massa é proibido pela convenção internacional apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Sabe-se que esse tipo de terrorismo vem de muitos anos afetando os seres vivos.

As armas químicas e biológicas ficaram mundialmente famosas na Primeira Guerra Mundial. Os alemães utilizaram várias armas, entre as quais se destaca uma das mais conhecidas o “gás mostarda”, nome dado pelo qual propagava um cheiro forte de mostarda, no qual asfixiava e deformava os corpos das vítimas levando a morte. (Discussão limitada)

Na Segunda Guerra Mundial os nazistas fizeram uso do gás cianídrico entre outros para o extermínio dos judeus. Ademais (Vírgula) também se fez uso do lançamento da bactéria Antrax uma das mais temidas armas biológica, pelo seu alto nível de contaminação e pelos seus tenebroso sintomas que leva a falência em cinco dias.

O horror de um ataque químico e/ou biológico permanece por anos, (Sem vírgula) não só na memória dos sobreviventes, mais também, (Sem vírgula) na malformação infantis etc. Os seres humanos deveriam rever seus princípios e cuidar da perpetuação da espécie (Quais princípios?). O desenvolvimento de política educacional, (Sem vírgula) voltado a formação psíquica com práticas a solidariedade, a resiliência, a tolerâncias, o respeito entre diferentes culturas e religiões entre outras, embasada desde o início de construção de um indivíduo, ajudam a prevenir o surgimento de futuros destruidores humanos. Se não houver mudança, seremos a própria arma letal que destruiremos nós mesmo.
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 50 Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 250 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos