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“Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”. A frase do filósofo George Santayana se encaixa perfeitamente com o nosso contexto à beira de um grande conflito. Por mais que as guerras tenham sido trágicas, vitimando milhares de pessoas.(Vírgula) Aparentemente os governantes das grandes potências parecem estar dispostos e preparados para mais um combate sem pensar nas consequências a nível global.
Demonstração de forças, ameaças, (Sem vírgula) tem feito parte do noticiário internacional diário, onde a Coreia do Norte e EUA deixam a comunidade internacional apreensiva, onde qualquer possível ameaça pode resultar em um grande conflito. E a cada dia mais nações acabam se envolvendo, o que aparentemente não está surtindo nenhuma melhoria ou resolução desse impasse. (Discussão limitada)
Para tentar minimizar as chances de um conflito mais mortífero foram impostas obrigações na CPAQ – Comissão para a proibição de armas químicas - assinada por 190 países, incluindo o brasil, que visa não só acabar com a produção de armas químicas, mas também, (Sem vírgula) a sua armazenagem. O que deixa claro que o objetivo é eliminar tamanha ameaça para a sociedade.
Logo, os governos em conjunto devem revisar, atualizar e punir mais severamente nações que tenham ou demostrem ter estoques de armas potencialmente aniquiladoras, para que não se repita em outra nação o que aconteceu na Síria, quando uma arma química foi usada na população. Assim como a Organização das Nações Unidas (ONU) deve intervir (Vírgula) sob o apoio das grandes nações(Vírgula) qualquer ameaça que possa prejudicar qualquer cidadão,(Sem vírgula) por meio de estreitamento de relações entre os países ameaçadores.