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As duas guerras mundiais que ocorreram no século passado mostraram a capacidade humana de destruição, seja nas trincheiras com armas de fogo, nos campos de concentração com armas químicas, ou na destruição de cidades inteiras com bombas nucleares. O poder humano de destruição tem ocorrido de várias formas já conhecidas. A questão principal talvez não seja sobre até onde o homem pode ir com sua destruição, mas sim em por que isso ainda ocorrer, principalmente de formas não éticas e desumanas como as ocorridas na Síria.
O homem faz guerras há muitos anos e por diversos motivos (Quais? Discuta no texto). Mas, como citado pela Fátima Cardoso no texto da Superinteressante, “até para matar há limites”. É conhecido que há códigos morais e éticos estabelecidos num confronto (Cite), e os que não respeitam eles podem ser punidos. Após a queda de Hitler, diversos líderes nazistas foram julgados e condenados pelos crimes de guerra que cometeram na Segunda Guerra Mundial, no chamado Tribunal de Nuremberg. Isso mostra que mesmo na guerra, há limites a serem seguidos. Após a Segunda Guerra, diversos países fizeram acordos para que as desumanidades cometidas não voltassem a ocorrer, (Sem vírgula) como o uso de armas de destruição em massa, nucleares, químicas e biológicas. Porém, isso não tem sido seguido na Síria de Assad com os últimos ataques.
A guerra civil na Síria tem se estendido até os dias atuais e tem ocorrido de forma desumana. São exibidas do país imagens de crimes de guerra como a destruição de patrimônios da humanidade; reféns sendo mortos de forma sádica; crise humanitária com milhões de refugiados saindo do país; (Vírgula) e o uso de armas químicas sobre a população. O apoio estratégico da Rússia ao governo sírio dificulta ainda mais uma possível intervenção da comunidade internacional no país. Porém, com as contínuas brutalidades vistas no país, e o uso de armas químicas sendo apontado como feito pelo governo de Assad, esse apoio deve ser revisto. As nações que possuem relações comerciais e políticas com a Rússia devem aplicar sanções ao país para pressioná-la a retirar sua ajuda ao governo sírio, (Sem vírgula) e, assim, executar missões militares que sejam feitas baseadas no interesse da população mundial e local em ver o fim definitivo da guerra na Síria.