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No episódio "Cães" de Baskerville, da série Sherlock, o moderno detetive Sherlock Holmes desvenda um caso em que um médico desenvolve um gás que causa alucinações assustadoras, a ponto da pessoa infectada se suicidar. Fora da ficção, gases tóxicos também são usados como arma de destruição, como pôde ser visto, em março, no ataque na Síria. Este fato concorda com a teoria do filósofo Thomas Hobbes, (Sem vírgula) de que o homem é essencialmente mau. Além disso, parece não haver limites para seu poder de destruição, (Ponto final) logo, é necessário impor restrições e tentar evitar outros ataques.
A fim de conter as armas químicas, seu uso foi proibido em 1925 no Protocolo de Genebra. Contudo, elas continuam a ser produzidas devido a facilidade e baixo custo de fabricação, que chega a ser 800 vezes mais barata que as armas nucleares e 2000 vezes que as armas convencionais. Ainda para dificultar a fiscalização, os laboratórios clandestinos costumam ser disfarçados em indústrias farmacêuticas e fábricas de pesticidas e agrotóxicos. (Desenvolva as ideias desse parágrafo)
Por isso, são necessárias a intensificação da proibição desse tipo de arma e a desativação de laboratórios, em um trabalho conjunto da Organização pela Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e pela Organização das Nações Unidas (ONU) (De que maneira? Dê um exemplo do que pode ser feito para reverter essa situação). Outra medida importante é o aprimoramento de antídotos como a Antropina usada quando se é infectado pelo gás Sarin, (Sem vírgula) e a sua distribuição nas bases médicas em zonas de guerra. (Vírgula) De modo a tentar evitar novos ataques químicos, mas também estar preparados caso eles ocorram novamente.