Destruição a qualquer custo

Tema: Uso de armas químicas e biológicas: até que ponto pode chegar a capacidade humana de destruição?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 24/04/2017
Nota tradicional: 500
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Desde os primórdios (Evite esse tipo de expressão clichê no texto), o homem sempre criou armas para se defender. Na Índia, por exemplo, existem armas químicas desde 2000 a.C, nessa época era comum empregar nas guerras cortinas de fumaças, dispositivos incendiários e vapores tóxicos. A Primeira Guerra Mundial, (Sem vírgula) marcou os campos de batalha com novas substâncias químicas desenvolvidas especialmente para fins militares. Atualmente, o emprego de armas químicas em guerras é proibido pela Convenção sobre Proibição de Armas Químicas (CPAQ).

Na Primeira Guerra Mundial, os principais gases tóxicos utilizados foram o gás de cloro, o gás fosgênio e o gás mostarda. Foi comprovado que o gás mostarda pode ser considerado o pior dos gases, pois além de provocar o ressecamento das vias aéreas superiores e cegueira instantânea, provoca erupções na pele e ruptura dos vasos sanguíneos, dando aos soldados uma aparência disforme. (Expõe, mas não articula as informações para evidenciar o ponto de vista)

Há alguns anos, o Brasil participa da CPAQ ( Convenção Internacional sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso de Armas Químicas e sobre a Destruição das Armas Químicas) desejando contribuir com as convenções, (Sem vírgula) apoiadas pela ONU. No entanto, não é preciso instalações especiais para se produzir armas químicas. (Vírgula) pois Elas podem ser desenvolvidas em qualquer país que disponha de uma indústria de fertilizantes químicos razoavelmente desenvolvida. (Vírgula) O que torna mais difícil a fiscalização da OPAQ ( Organização para Proibição de Armas Químicas).

Recentemente, foi publicado um artigo no site da revista de circulação nacional, Superinteressante, que foi descoberto na Líbia e em outros países do Oriente Médio, indústrias de armas químicas disfarçadas de indústrias farmacêuticas. O resultado dessas armas podem ser conferidos no ataque iraquiano a um vilarejo em seu território ocupado pelo Irã. Além disso, a União Soviética foi acusada de utilizar gases incapacitantes contra o Afeganistão. Exemplificando o quão difícil é fiscalização da OPAQ.

Em suma, devemos educar as futuras gerações (De que maneira?), conscientizando-as do mal das armas químicas.(Vírgula) Mostrando-as seus efeitos, como a destruição e deformação de soldados e muitas vezes a incapacitação de inocentes. A fim de construirmos um mundo menos violento, mais empático e humano, onde os acordos de paz e proibição são cumpridos.
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 500 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos