Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Desde os primórdios (Evite esse tipo de expressão clichê no texto), o homem sempre criou armas para se defender. Na Índia, por exemplo, existem armas químicas desde 2000 a.C, nessa época era comum empregar nas guerras cortinas de fumaças, dispositivos incendiários e vapores tóxicos. A Primeira Guerra Mundial, (Sem vírgula) marcou os campos de batalha com novas substâncias químicas desenvolvidas especialmente para fins militares. Atualmente, o emprego de armas químicas em guerras é proibido pela Convenção sobre Proibição de Armas Químicas (CPAQ).
Na Primeira Guerra Mundial, os principais gases tóxicos utilizados foram o gás de cloro, o gás fosgênio e o gás mostarda. Foi comprovado que o gás mostarda pode ser considerado o pior dos gases, pois além de provocar o ressecamento das vias aéreas superiores e cegueira instantânea, provoca erupções na pele e ruptura dos vasos sanguíneos, dando aos soldados uma aparência disforme. (Expõe, mas não articula as informações para evidenciar o ponto de vista)
Há alguns anos, o Brasil participa da CPAQ ( Convenção Internacional sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso de Armas Químicas e sobre a Destruição das Armas Químicas) desejando contribuir com as convenções, (Sem vírgula) apoiadas pela ONU. No entanto, não é preciso instalações especiais para se produzir armas químicas. (Vírgula) pois Elas podem ser desenvolvidas em qualquer país que disponha de uma indústria de fertilizantes químicos razoavelmente desenvolvida. (Vírgula) O que torna mais difícil a fiscalização da OPAQ ( Organização para Proibição de Armas Químicas).
Recentemente, foi publicado um artigo no site da revista de circulação nacional, Superinteressante, que foi descoberto na Líbia e em outros países do Oriente Médio, indústrias de armas químicas disfarçadas de indústrias farmacêuticas. O resultado dessas armas podem ser conferidos no ataque iraquiano a um vilarejo em seu território ocupado pelo Irã. Além disso, a União Soviética foi acusada de utilizar gases incapacitantes contra o Afeganistão. Exemplificando o quão difícil é fiscalização da OPAQ.
Em suma, devemos educar as futuras gerações (De que maneira?), conscientizando-as do mal das armas químicas.(Vírgula) Mostrando-as seus efeitos, como a destruição e deformação de soldados e muitas vezes a incapacitação de inocentes. A fim de construirmos um mundo menos violento, mais empático e humano, onde os acordos de paz e proibição são cumpridos.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |