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Atualmente, o uso das armas químicas e biológicas têm sido vista não só como uma corrida armamentista, mas, (Sem vírgula) no intuito de demonstrar o poderio arsenal de uma nação perante ás outras. Mesmo com o avanço tecno-científico, o homem têm se preocupado mais em produzir e investir em mecanismos de pavio militar e civil (Cuidado ao fazer essa afirmação) além de, como por exemplo, erradicar a pobreza mundial ou buscar a cura do câncer (Reformule esse período).
A facilidade e a capacidade de detonação que as armas químicas e biológicas tem,(Sem vírgula) é um fator decisivo para o desfecho de lutas e guerras. Porém o seu uso é tão devastador que para se ter uma ideia, uma única bomba atômica padrão, (Sem vírgula) é capaz de destruir um cidade inteira- como no caso de Hiroshima em 1945, lançada pelos EUA.
Outro artefato intrigante, (Sem vírgula) é o Anthrax, tipo de arma biológica e cunho letal. Seus efeitos são tão assustadores que em 1972 foi feito um acordo para evitar uma guerra biológica (Fale mais sobre esse acordo). Contudo, esse acordo não estipula leis e nem faz um controle rigoroso. O mesmo se aplica nas leis que proíbem o uso das armas químicas, mas favorece que os homens as façam (Como assim? Ficou confuso).
No entanto, é indispensável que órgãos governamentais, (Sem vírgula) tomem um posicionamento sobre a produção das armas de portes. Primeiramente, deter os fabricantes que as fazem (Vírgula) pois, (Sem vírgula) o uso de tais armas, (Sem vírgula) não traz nenhum benefício a não ser sequelas, mortes, destruições, e, (Sem vírgula) para isso, que haja um consenso com os países bélicos e seus representantes (Problema na construção de sentido. Reformule), como também, (Sem vírgula) conscientizações de como as armas são agressoras a população e ao meio ambiente (Vírgula) e que os conflitos podem ser resolvidos pacificamente sem precisar apertar sequer um gatilho.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
300
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |