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Atualmente, o uso das armas químicas e biológicas têm sido vista não só como uma corrida armamentista, mas, (Sem vírgula) no intuito de demonstrar o poderio arsenal de uma nação perante ás outras. Mesmo com o avanço tecno-científico, o homem têm se preocupado mais em produzir e investir em mecanismos de pavio militar e civil (Cuidado ao fazer essa afirmação) além de, como por exemplo, erradicar a pobreza mundial ou buscar a cura do câncer (Reformule esse período).
A facilidade e a capacidade de detonação que as armas químicas e biológicas tem,(Sem vírgula) é um fator decisivo para o desfecho de lutas e guerras. Porém o seu uso é tão devastador que para se ter uma ideia, uma única bomba atômica padrão, (Sem vírgula) é capaz de destruir um cidade inteira- como no caso de Hiroshima em 1945, lançada pelos EUA.
Outro artefato intrigante, (Sem vírgula) é o Anthrax, tipo de arma biológica e cunho letal. Seus efeitos são tão assustadores que em 1972 foi feito um acordo para evitar uma guerra biológica (Fale mais sobre esse acordo). Contudo, esse acordo não estipula leis e nem faz um controle rigoroso. O mesmo se aplica nas leis que proíbem o uso das armas químicas, mas favorece que os homens as façam (Como assim? Ficou confuso).
No entanto, é indispensável que órgãos governamentais, (Sem vírgula) tomem um posicionamento sobre a produção das armas de portes. Primeiramente, deter os fabricantes que as fazem (Vírgula) pois, (Sem vírgula) o uso de tais armas, (Sem vírgula) não traz nenhum benefício a não ser sequelas, mortes, destruições, e, (Sem vírgula) para isso, que haja um consenso com os países bélicos e seus representantes (Problema na construção de sentido. Reformule), como também, (Sem vírgula) conscientizações de como as armas são agressoras a população e ao meio ambiente (Vírgula) e que os conflitos podem ser resolvidos pacificamente sem precisar apertar sequer um gatilho.