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A guerra na Síria vem sendo um conflito que parece estar longe de se acabar. A cada novo ataque, uma nova tragédia. Mas algumas delas são mais preocupantes do que outras, como no caso do último ataque feito a base de armamento químico. (Desenvolva as ideias, pois estão limitadas)
Com certeza muitos já chegaram a ouvir sentenças do tipo "o mal da Terra é o próprio ser humano" e isso, lamentavelmente, (Sem vírgula)vem ficando cada vez mais claro. O ser humano é capaz de matar sua própria espécie que, muitas vezes (Sem vírgula) são pessoas inocentes. E isso tudo por culpa de um enorme vilão, mais conhecido como ignorância.
Nós, humanos, somos ignorantes. Sejam em situações críticas ou fúteis. Deixamos que nossa "verdade absoluta" (aquela criada por nós mesmos, que ditamos como a única opção coerente) deixe dominar nossa mente, o que faz termos atitudes alarmantes, principalmente quando há algo fora de sua instabilidade.
Encontram-se cenários onde guerras são consideradas necessárias, mas e a ética? Será que realmente todas as vítimas dessa fatalidade mereciam o triste fim que tiveram? É uma questão que prega em nosso pensamento.
Quando se trata de morte, as opiniões são divididas entre o merecimento dela ou não (Como assim?). Porém o verdadeiro ponto não é esse (Vírgula) mas sim da mesma maneira que pessoas as quais cometeram algo grave morreram, pessoas sem nenhum traço de culpa perderam suas vidas. E o pior de tudo: todas elas se foram de uma forma tão cruel e desumana (Vírgula) que o sentimento mundial neste momento é de aversão, angústia e revolta.
Atitudes de interposição contra tal brutalidade são quase desconhecidas, mas se ao menos uma cota da população síria tivesse algum apoio político mais intenso de países estrangeiros influentes (Dê exemplos), desastres desse gênero poderiam ser um tanto mais limitados, mesmo em parcela mínima.
Guerras podem até ser plausíveis em certos pontos de vista, mas a partir do momento onde a ruína é além do imaginável, medidas devem ser tomadas com mais urgência do que nunca.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
250
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |