Capitalismo: ferramenta de guerra

Tema: Uso de armas químicas e biológicas: até que ponto pode chegar a capacidade humana de destruição?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 18/04/2017
Nota tradicional: 850
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Ao longo do processo de formação do capitalismo, em evidência no século XVIII, houve a implementação de uma lógica que visou o desenvolvimento econômico acima de tudo. Diante disso, no século XXI, as grandes potências mundiais (Cite-as) ocasionam, periodicamente, conflitos respaldados em interesses nacionais, aos quais são utilizados armas químicas e biológicas para alcançá-los. No entanto, a humanidade é a mais prejudicada, pois está neste cenário de guerra, que ocasiona milhares de mortes. Dessa maneira, faz-se necessária a intervenção de instituições competentes para atenuar o problema em questão.

É notória a necessidade em entender a importância da Organização das Nações Unidas (ONU) no combate ao uso de armas químicas. Segundo a ONU, é proibida qualquer produção de armas que possam vir a ocasionar destruição em massa. Contudo, a realidade rompe com esse preceito, uma vez que a produção de armas químicas e biológicas tem ganhado força. Isso ocorre em virtude do fácil acesso aos elementos necessários para a produção dessas armas. Diante disso, é válido ressaltar o uso de armas químicas para com a população protagonizado pelo exército do presidente sírio, o qual está engajado em uma guerra para manter-se no poder e perpetuar seu governo tirano.

Outrossim, é válido ressaltar a lógica humana a qual é motor para geração de conflitos. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o ser humano nasce ruim e por isso está envolvido constantemente em conflitos uns com os outros. Essa maldade é representada na guerra da Síria, a qual é mantida por interesses econômicos e políticos e ocasionou a morte de milhares de vidas inocentes. Ademais, o uso de armas químicas ganhou proporções desenfreadas, o que demonstra a capacidade humana de destruição ilimitada.

Dado o exposto, fica clara a necessidade em fomentar e ampliar medidas que visem a solução da problemática em questão. Portanto, a ONU deve criar uma comissão entre países não envolvidos no conflito que fiscalize e apreenda armas químicas e biológicas, ficando clara a proibição de produzi-las. Os meios midiáticos devem atuar conscientizando (Conscientizar de que maneira?) a população acerca dos males da produção de armas químicas e biológicas, e incentivar o combate a elas. Por fim, ONGs engajadas na proteção a refugiados de guerra devem prestar assistência às vítimas do conflito. Assim, é possível atenuar o problema.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 150 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 200 Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo.
Competência 3 200 Nível 5 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 150 Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 850 Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos