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Para Hobbs (Quem é Hobss?) o homem é o seu próprio lobo. A incessante disputa pelo domínio pelo domínio entre os Estados somado a imposição ideológica de uma maioria sobre uma minoria despertaram eventos trágicos ao longo da história que aludem à frase do filósofo inglês. Em tais conflitos a vida possui pouco valor e o que se almeja é a vitória, independente de seus custos, o que resgata a célebre frase “Os fins justificam os meios” de Maquiavel.
Durante as Grandes Guerras Mundiais houve um intenso uso de armas químicas (Vírgula) que além de acarretarem na morte de soldados e civis, causaram a contaminação e a destruição de extensas áreas. O emprego de armas químicas e biológicas possuem um intenso caráter cruel (Vírgula) pois,(Sem vírgula) quando não culminam na morte de forma desumana, promovem para uma vida indigna daqueles que foram atingidos(Vírgula) uma vez que elas podem causar a desfiguração física e comprometer à saúde.
Nesse cenário, as disputas ideológicas entre os Estados têm como principal atingido à população civil que sofre com as consequências de um conflito armado, como pode-se observar na guerra do Vietnã e da Manchuria (Fale mais sobre isso no seu texto). A ONU, por sua vez, revela-se frágil e ineficiente na resolução desses problemas visto que o próprio órgão, em alguns períodos, tende a dobrar-se aos desejos de algumas superpotências (Cuidado ao fazer essa afirmação).
Além disso, entre as disputas pela supremacia não só a vida perde todo o seu valor, mas também a ética e a moral. Cientistas traem a ética profissional e indústrial voltadas para o ramo farmacêutico e agrícola (Vírgula) corrompem-se em prol de uma maior lucratividade. Assim, o que antes era buscar a melhoria da qualidade de vida, passa a atuar contra ela.
A problemática do emprego de armas químicas e biológicas é complexo e não possui soluções definitivas, pois depende de uma série de fatores políticos, sociais e filosóficos. Políticas voltadas para a fiscalização da produção e do uso dessas armas têm revelado-se ineficiente (Por quê?). Assim, para que uma solução torne-se possível (Vírgula) deve haver um avanço nos rumos democráticos entre as diversas nações e os diferentes povos (Como assim? Reformule). Enquanto isso, a vida mais se assemelhará ao longa-metragem brasileiro “ Quanto vale ou é por quilo?”.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |