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Pedra, tacape, lança, flecha, espada, revólver, fuzil, míssil e bomba nuclear: evoluindo com o passar das eras os famosos instrumentos usados para destruição parecem não ter limites de evolução e, consequentemente, de periculosidade. Com diversos motivos para serem utilizados, como defesa, conquista territorial e até mesmo imposição de crença, esses instrumentos tiraram a vida de milhões e milhões de pessoas. A surpresa surge quando, nos anos 2000, ainda existe o uso desses instrumentos para destruição e morte em massa mesmo com diversos tratados de paz proibindo-os.
Voltando no tempo da segunda guerra mundial; (Vírgula) com o avanço da ciência e o surgimento de mentes brilhantes, aconteceu algo inusitado: a Alemanha usou o gás Cloro para criar uma nuvem que foi carregada pelo vento em direção às trincheiras inimigas, causando asfixia e uma morte dolorosa aos soldados. Esse terrível evento criou uma onda de desenvolvimento desse recurso químico como arma de guerra, visto que matava muitos soldados facilmente. Foram sintetizados muitos outros gases com efeitos ainda piores, como o Sarin, agente nervoso que danifica a comunicação que o cérebro faz com os músculos, causando terríveis contrações involuntárias em todo corpo, incluindo os órgãos internos, até a morte.
Como se não bastasse todo esse terror já causado, ainda surge armas biológicas que, diferente das químicas, usam bactérias (ou toxinas bacterianas) e vírus (Ebola, por exemplo) para também causar morte em massa. O problema se agrava quando o uso dessas armas representa perigo à humanidade, pois pode criar danos irreversíveis como um vírus maligno, contagioso e super-resistente. (Reformule)
Cientes das consequências do uso da ciência para o mal (Vírgula) foram criados diversos tratados que proíbem definitivamente o desenvolvimento e uso dessas armas; a exemplo da Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas (CPAQ) e da Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e Toxínicas (CPAB). Apesar disso, infelizmente, países como Síria, Rússia e Coréia do Norte ainda produzem e usam essas armas. Por isso, faz-se necessário o cuidado de fazê-los respeitar e obedecer aos tratados, e os punir se for preciso (Cuidado ao afirmar isso, pois pode ferir os direitos humanos. Punir em que sentido?). Essas armas só fazem mal. Se isso não parar pode tornar-se algo mundialmente nocivo.