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O ataque de armas químicas na Síria tem causado grande pânico global e ganhou grande repercussão, uma vez que afetou grande parte da população civil. Diante disso, é notório o interesse do homem se sobrepondo a empatia humana, como também a falta de órgãos que restrinjam o uso de armas desses países. Dessa forma, é preciso mais fiscalização e acordos em relação ao manuseamento de tais armas, pois, do contrário, a população civil será a principal vítima.
“O homem é o lobo do homem, numa guerra de todos contra todos”. Em consonância a essa frase de Thomas Hobbes, a realidade evidencia que há um travamento de conflitos de interesses entre homens, seja num viés político, étnico, religioso, econômico e social. A partir disso, qualquer método de afronta e ameaça é válido, importando apenas que seus interesses sejam atendidos. Além do tal ocorrido na Síria, recentemente os Estados Unidos lançou mísseis na região da Síria, alegando que seria uma forma de vingança do ocorrido anterior, sendo que mesmo assim, (Sem vírgula) acabou afetando vítimas inocentes também (Observe que é o mesmo ataque). Sendo assim, valida a ideia levantada do Thomas Hobbes, a qual afirma que os homens se autodestroem.
O principal fator que facilita a continuidade desses conflitos é a falta de estratégias e fiscalizações severas por parte de órgãos da Organização das Nações Unidas (ONU), responsáveis pela diplomacia entre países. É necessário que haja uma maior parceria entre países para combater tais conflitos e entrarem em acordos que possibilitem o fim do uso de tais armas. Outrossim, seria ideal a tentativa de acordo de paz entre países ou regiões rivais que há tempos vêm travando guerras umas as outras. Desse modo, haveria chances de amenizar ou, senão, pôr fim a esses conflitos quase intermináveis.
Destarte, é evidente a importância de acordos e reuniões entre países e órgãos superiores para que haja providências e restrições no uso dessas armas. Leis que proíbem uso de armas químicas, bem como quaisquer outras que ofereçam perigo a humanidade (Vírgula) devem ser reforçadas e fiscalizadas para seu pleno funcionamento. Além do mais, a segurança deve ser reforçada nos países mais vulneráveis a tais conflitos, no intuito de proteger ao máximo a população civil que abrange pessoas inocentes, incluindo crianças. Dessa forma, poderá haver uma diminuição ou até mesmo a contenção de tais ataques.