Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Texto enviado
A Educação brasileira vem passando por muitas transformações ao longo dos anos. Conseguimos evoluir em muitos aspectos. Em termos econômicos, o País [país] figura entre os dez maiores PIBs (produto interno bruto) do mundo. No entanto, o ensino brasileiro está muito aquém do que se espera para uma nação do porte do Brasil. Nossos indicadores educacionais nos colocam em patamares iguais às nações africanas [vírgula] as quais não possuem nem de perto o nível de desenvolvimento da União. Recentemente, o governo brasileiro pôs em pauta a votação da reforma do ensino médio com a intenção de melhorar os números da educação nacional, evitar a evasão escolar e propiciar aos jovens o direcionamento de suas carreiras.
A proposta propõe unificar todas as disciplinas presentes no ensino médio, hoje mais de dez, em quatro grandes blocos. A partir desta [dessa mudança, o formato disciplinar e educacional se tornará mais dinâmico [vírgula] proporcionando maior agilidade para os discentes e docentes. Ademais, o novo formato possibilitará ao estudante direcionar seu estudo de acordo com sua aptidão e anseio para o mercado de trabalho. A consequência da alteração será dar maior eficácia ao ensino nacional, gerando maior produtividade e eficiência para a economia e melhorando, consequentemente, os índices de desemprego e massa salarial.
O formato que vigora no País está extremamente atrasado, não possui característica inovadora, [sem vírgula] e sofreu poucas alterações ao longo dos últimos governos. O reflexo do baixo investimento em inovações educacionais pode ser verificado em diversos dados sobre a educação do País. O analfabetismo funcional cresce exponencialmente no Brasil contemporâneo, os mais jovens não se sentem estimulados a permanecer na escola e buscar um futuro digno, o ensino superior funciona como uma fábrica de diplomas [vírgula] despreocupado em formar pensadores para a nação. Estes [Esses] são apenas alguns exemplos de muitos que poderíamos elencar aqui.
O sistema educacional contemporâneo mudou e evoluiu drasticamente nos últimos 20 anos. Por conseguinte, a forma de se pensar a educação deve, necessariamente, mudar. O país precisa estar aberto às ideias que surgem para que se possa construir em um futuro breve uma nação mais rica e firmada no caráter social do trabalho. A reforma traz consigo certa resistência ao novo, à mudança. Todavia, para que se possa crescer como nação, evoluir como cidadãos e melhorar os índices educacionais, precisamos olhar os pontos fortes da mudança e entender que o melhor caminho para o Brasil sair da crise educacional e moral que vive é ter a certeza e de que a reforma proposta será benéfica para toda a população brasileira.