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(1) A reforma é um conjunto de novas diretrizes para o ensino médio, implementadas via medida provisória, que foi elaborada pelo ministério da educação e defendida pelo ministro Mendonça Filho, após a posse de Michel Temer. A reforma vem recebendo fortes críticas por trazer uma grande preocupação com relação à a desigualdade que pode desencadear com a flexibilização do currículo (Que tipo de desigualdade? Exemplifique), que deixará nas mãos das redes estaduais a escolha de qual ou quais itinerários formativos, ou seja, caminhos para formação (Vírgula) irão disponibilizar para seus estudantes. Sendo assim, pode-se dizer, (Sem vírgula) que a reforma está caminhando no sentido contrário ao progresso na educação.
“Nós estamos voltando a um passado extremamente útil”, foi o que o presidente Michel Temer disse à a respeito da reforma. Ou “antirreforma” que foi como Daniel Cara (Problemas de coesão e coerência), o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, apelidou em entrevista ao à CartaCapital, por ser uma volta ao tempo no qual “a educação era dividida entre clássico e científico, que eram dois caminhos que geravam uma educação incompleta”. (Apresenta fatos, mas não se posiciona)
Entretanto, fica uma dúvida: à a quem o presidente Michel Temer se referia ao chamar aquele passado de “extremamente útil”, já que o novo ensino médio irá empurrar os mais pobres para vagas de subempregos, enquanto os mais ricos poderão focar os estudos nas áreas que desejam? Com certeza não aos são jovens com menor renda, (Sem vírgula) que ficarão dependentes do que a rede estadual lhes dará como possíveis escolhas de formação. (Argumenta de forma limitada)
Fica evidente, portanto, que a reforma nada mais é do que um aumento de desequilíbrio na educação, porque diminuirá as chances daqueles que mais precisam e os distanciará distanciarão dos que podem ter um bom ensino sem depender dos colégios públicos. Todavia, caso os itinerários formativos deixem de ser opcionais e se tornem obrigatórios, pode até ser que essa medida não seja tão retrógrada. Afinal, se todos os alunos tiverem uma educação igualitária (O que seria uma educação mais igualitária? Evidencie isso no seu texto), todos eles terão chances iguais de seguirem as carreiras de suas escolhas.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |