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Os defeitos da educação brasileira sempre pareceram um impasse (Que tipo de impasse? Desenvolva essa ideia), e os problemas do ensino médio nacional fomentam ainda mais essa perspectiva. Para isso, basta ver o mal mau desempenho de muitos alunos,(Sem vírgula) dessa rede, no ENEM; e (Ponto final para iniciar um novo período) mediante a isso, surgiu o ‘’novo ensino médio’’ dividindo as áreas de conhecimento e dando aos alunos a liberdades de escolhe-las escolhê-las, alegando ser algo necessário e bom (Por que não seria bom? Apresente a sua reflexão no texto), no entanto, isso pode causar ainda mais danos ao progresso da educação brasileira.
É interessante para um jovem ingressante no ensino médio escolher a área que tem mais afinidade. Porém, esses alunos, principalmente os de escolas públicas, (1) vieram de ensino fundamental que os dá pouco conhecimento. O ensino médio, por sua vez, fornece a eles conteúdos diversos e disciplinas que os estudantes talvez nunca tiveram acesso, como a filosofia. Há também a possibilidade, por exemplo, de um estudante de ciências naturais conhecer muito pouco de ciências humanas, ou vice-versa, após tal reforma.(Argumentação limitada)
Embora a proposta do acréscimo na carga horária seja bem-vinda (Por que ela é bem-vinda? Apresente no texto), não se pode negar a falta de infraestrutura das instituições para comportar os estudantes durante mais tempo horas diárias no estabelecimento, especialmente em cidades pequenas, nas quais há menos chances de ter salas suficientes para agregar esses alunos de diferentes áreas.
Em virtude dos fatos citados, nota-se o quanto poderá ser problemática essa reforma, já que nem todas as instituições estão aptas para tal a proposta. Antes de reformar o ensino médio, deve-se, primeiramente, reformar e investir (Que tipo de investimento? Exemplifique) em todas as fases escolares dos estudantes, para que estes tenham acesso a todo conhecimento didático de forma igualitária. (Apresenta o poblema da infraestrutura, mas não articula para uma solução)