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Segundo José Saramago,na falsa democracia mundial, o cidadão está a deriva, sem a oportunidade de intervir politicamente e mudar o mundo. Nesse sentido, notamos com a nova proposta do governo sobre a reforma do Ensino Médio, a qual surgiu fortuitamente e foi aprovada sem o consenso da sociedade,fazendo com que os indivíduos ficassem indignados,pois, (Sem vírgula) a população nem as bases de ensino estão preparados (Como assim? Não ficou claro).
Em primeiro plano, observa-se que o povo foi mais uma vez deixado de lado, diante de um assunto delicado que é a educação,onde jovens _Futuro do país_ serão envolvidos (Explique o porquê dessa afirmação. Exemplifique).Projetados planos para modificar o ensino médio, esses deveriam entrar em debate para melhor organização.
Em segundo plano, nota-se que as instituições de ensino, (Sem vírgula) não estão preparadas para receber e aplicar novos planos integrais de estudo, (Ponto final) dessa forma, pode haver uma grande frustração futuramente (Que tipo de frustação? Cite-a no seu texto). De acordo com o político e ativista social "Nelson Mandela" (Sem aspas), a educação é a maior arma que se pode usar para mudar. Porém, a nova ideia da reforma do Ensino Médio é muito precitada, e o curto prazo para a iniciação faz com que a sociedade sinta-se se sinta cética à decisão (Por quê?). (Desenvolvimento limitado ao senso comum)
Desse modo, com a aprovação do ensino técnico ao ensino médio,o ministério da educação deverá colocar em prioridade as instituições mais carentes (Como assim?),em prol de um planejamento adequado, para que não venha a falhar (Falhar em que sentido?). Logo, o governo durante esse tempo de adaptação, (Sem vírgula) deverá considerar os apelos e críticas da sociedade, para que essas desenvolvam melhor os seus papéis. Em meio a esse envoltório a população deve exigir das autoridades mais participação do povo em suas decisões.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
250
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |