Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
No Brasil, o Ministério da Educação no ano de 2016 (Vírgula) propôs a proposta (Redundância) para reformula reformular o ensino médio através por meio da Medida Provisória 746, que irá alterar a Lei de Diretrizes e Bases 9398. Todavia, essa proposta está sendo criticada por vários especialistas e estudantes da sociedade.
Os objetivos da Medida Provisória é tornar o ensino médio das escolas publicas e privadas em integral. Com isso, ocorrerá o aumento na carga horária que passará de 800 horas para 1400 horas. O ensino técnico terá outro peso. As escolas não serão obrigadas a oferecer aos alunos todas as cinco áreas, mas deverão oferecer ao menos uma das itinerárias formativas: Linguagens, Matemática, Ciências da natureza, Ciências Humanas e Formação Técnica Profissional. (Desenvolva de modo mais claro os fatos que forão expostos; limitação do assunto)
Um dos principais questionamentos se fundamenta a da não participação da sociedade, porque tais medidas não poderiam ser impostas por pela Medida Provisória (MP). Alem Além disso, segundo alguns especialistas a proposta de reforma feriria o Art 206, VI da Constituição Federal, que fala sobre educação, onde será fomentada democraticamente.(Argumentação limitada)
Outro alvo de criticas crísticas e na é a possibilidade de professores sem diploma específico ministrarem aulas. E segundo o Ex-Ministro da educação (Vírgula) as alterações poderão levar o país a uma extrema desigualdade social (Que tipo de desigualdade? Exemplifique), tendo em vista, (Sem vírgula)que a reforma levará os alunos pobres ao conhecimento subsidiário e os ricos a um propedêutico.
Diante disso, a Medida Provisória não deve ser aceita, pois levará o país a um grande retrocesso (Procure deixar isso evidente em seu texto). Para que o sistema educacional melhore, o Governo Federal deve investir em infra-estrutura e equiparação justa dos salários para os professores,(Ponto final) com isso, iremos caminhar para o progresso.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
350
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |