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O ensino médio brasileiro estava estagnado a vinte anos e a pouca mudança que se oferece é quanto a inserção no mercado de trabalho, pois o estudante será capaz de escolher uma área de conhecimento para aprofundar o estudo, além da opção de profissionalização e ensino técnico para completar o segundo grau, o problema talvez esteja em aprender uma único saber. (Desenvolva mais)
Com a reforma o aluno deve ter até 1800 horas regulamentadas pela base nacional comum curricular (BNCC) (Vírgula) e então escolher uma das quatro áreas de conhecimento que complementarão o estudo (Quais?), (Ponto final) dessa forma o estudante poderá conhecer melhor os conteúdos exigidos pelo seu trabalho e pela sua futura faculdade.
E para aqueles que não querem esperar para começar a trabalhar, a reestruturação prevê que o lecionando pode escolher a profissionalização técnica para concluir o ensino, ao invés de uma ciência específica. (Período confuso)
Adversamente a isso (Vírgula) o estudo de uma só área de conhecimento fará com que o futuro profissional não saiba ou não adquira conhecimento suficiente para realizar outras tarefas, o que o deixará dependente desse saber, quase como um cabresto (Por quê?).
Portanto, a mudança feita no ensino do segundo grau tem um caráter mais profissionalizante. O que pode ser feito para resolver a questão da educação do país é o incentivo familiar aos estudos (Incentivar de que maneira?) de tudo, para não se fique dependente de uma sabedoria ímpar (Como assim?). Já o Estado deveria aumentar as cargas horárias dos estudantes (A reforma aumentará a carga horária. Observe que existe um equívoco nessa afirmação), além de dar um fim as segundas chances dadas a alunos repetentes (Explique o porquê dessa afirmação).