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Ultimamente o Brasil tem travado uma interminável e invencível luta, [sem vírgula] contra a Dengue. Apesar das campanhas publicitárias e um esforço coletivo entre o Estado, ONGs e cidadãos, o que parecia ser o caminho certo para uma possível vitória, mostrou-se incapaz de conter a disseminação do agente transmissor [:] o Aedes Aegypt.
Apesar de muitos acreditarem que a Dengue afeta apenas o Brasil e a América do Sul, convém observar que nem mesmo continentes como a Europa e países como Japão, China e EUA estão isentos do mosquito e dos riscos trazidos por ele. Países com clima tropical favorecem uma maior proliferação, visto que o aumento da população, das metrópoles e da temperatura do planeta dificulta o combate ao agente transmissor, evidenciando assim a incapacidade de uma população ora civilizada na luta contra o mosquito.
Embora o Brasil tenha criado o Plano Nacional de Enfretamento [Enfrentamento] ao Aedes e à Microcefalia e de um maior investimento em pesquisas, é assombroso o aumento de casos de Dengue, Microcefalia e Febre Chikungunya. Diante disso, é evidente que o problema não é a falta de programas, campanhas publicitárias, [sem vírgula] ou investimentos, mas sim de efetivação de projetos e fiscalização por parte do Estado, além de conscientização e mais ação por parte da população na luta contra o inimigo quase “invencível”.
Dado o exposto, podemos inferir que é necessário executar tudo o que é planejado. Podemos inferir também, [sem vírgula] que deve haver médicos especializados nas áreas relativas às doenças transmitidas pelo mosquito, [sem vírgula] para que haja um diagnóstico rápido e eficiente. Além disso, os agentes que realizem o combate junto à [na] comunidade, [sem vírgula] também precisam de melhor qualificação, afim [a fim] de que haja eficiência e preparo no que se refere ao atendimento à população. Assim, uma vez que o Estado criar [crie] leis que visem [a] mitigar, o descaso da população quanto ao acúmulo de lixo em locais públicos e terrenos baldios, ou o não cumprimento de medidas básicas em suas residências, e os órgãos normativos e de fiscalização estiver [estiverem] mais preparados, estaremos um pouco mais preparados para dar um grande passo rumo à vitória contra o Aedes Aegypt.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |