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O Aedes Aegypt vem provocando uma série de transtornos para a sociedade brasileira, mostrando-se ser um problema sério e difícil de ser resolvido. [vírgula] Pois a ineficiência do Governo diante dessa crise, somado [somada] ao descuido da própria população [vírgula] vem tornando o combate ao Aedes cada vez mais moroso e dificultoso [difícl] . Por isso [vírgula] a importância de uma intervenção conjunta entre os agentes transformadores, Estado e sociedade.
A incapacidade do Governo pode ser compreendida por meio de observações, visto que falta saneamento básico em boa parte do Estado Brasileiro, lixões a céu aberto, lixos nas ruas, casas abandonadas à mercê do mosquito, ausência de fiscalizações e de mediações por agentes dos municípios são fatores que corrobora [corroboram] a inabilidade das autoridades responsáveis pela saúde da população. Nesse contexto, o desserviço dos governos perante o povo deve ser erradicado, pois os governos precisam agir imediatamente.
Por outro lado, o desserviço da própria sociedade diante do problema vem promovendo, de modo geral, um agravamento dos casos de Dengue, Febre Amarela, Chikungunya e Zika, este [esse] último, provocando [último provoca] microcefalia nos bebês de mulheres grávidas que tiveram a doença. Portanto, é pontual que a sociedade seja mais prestativa e cuidadosa, pois a prevenção é a melhor maneira de evitar essas doenças, já que, mediante a instabilidade do Ministério da Saúde, ainda não foi criado [criada] nenhuma vacina contra essas patologias.
Diante dos argumentos supracitados, para que essa crise na saúde possa ser minimizada, é necessário que o Governo, por intermédio do Ministério da Saúde, agilize os estudos na criação de uma vacina, assim como deve mandar verbas para os Governos Municipais, [vírgula] para que possa ser investido [investida] na limpeza e no saneamento dos municípios, de modo a extinguir focos do mosquito nas ruas e bairros, deve ampliar o número de agentes interventores nas residências e mutirões de combate ao Aedes, os chamados ''carros de fumaça'' também devem voltar a circular com frequência, [sem vírgula] para matar os mosquitos já vivos. Outrossim, a população deve fazer sua parte, não deixando em suas casas criadouros e também fiscalizando o trabalho dos agentes municipais de saúde. Só assim, de forma conjunta, pode-se formar uma sociedade melhor e livre do Aedes Aegypt.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
750
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |