Aedes aegypti: erradicá-lo = investimento + conscientização.

Tema: O que não está dando certo no combate ao Aedes Aegypt?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 20/02/2017
Nota tradicional: 650
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Na mesma proporção que noticiam o aumento do número de casos de doenças infecciosas e as consequentes epidemias, nos deparamos [deparamo-nos] com manchetes que expõem a intensificação de ações governamentais no combate ao transmissor de tais patologias. Será que a atuação do Estado é deficiente? Será que não está havendo cooperação por parte da sociedade? Ou, ainda, será [serão] os dois?

Não há como negar que o Brasil, geograficamente, é um país com características propícias para a instalação e proliferação do principal vetor de doenças infecciosas como a dengue, febre zika, dentre [entre] outras. Entretanto, a erradicação de seu transmissor já foi, historicamente, concretizada através [por meio] de políticas públicas intensivas e a conscientização popular.

Há de se ponderar, também, que ao longo das décadas o mosquito transmissor se tornou [tornou-se] mais resistente, se adaptando [adaptando-se] a ambientes que antes não sobreviveria.

Nesse ínterim, a humanidade também evoluiu, com o advento de tecnologias e muitas teorias inovadoras – embora, ainda não colocadas em prática – para o controle e eliminação do transmissor. Por outro lado, parte da população, aparentemente, ainda parece não se responsabilizar com tal situação, delegando exclusivamente ao Estado a incessante tarefa.

Diante desse contexto, a única “fórmula” de equacionar o problema seria, conjuntamente, conscientizar e responsabilizar a sociedade – como parte integrante do processo resolutivo – e a ação de políticas públicas efetivas, investindo e usufruindo de novas técnicas para o controle e erradicação de um dos principais “vilões” do século, o Aedes aegypti.
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 150 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 150 Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 650 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos