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O Aedes Aegypt [vírgula] apesar do seu pequeno tamanho, é um dos grandes problemas dos últimos séculos, levando em consideração a quantidade de doenças que esse mosquito carrega consigo. Com toda tecnologia desenvolvida, [sem vírgula] e todas as medidas que o pai [país] tem planejado para combater o mesmo [combatê-lo], ainda não foi possível conter, e como se não bastasse [vírgula] a cada dia só aumenta o numero [número] de doenças que ele é capaz de transmitir, exemplos são: dengue, zika vírus, chikungunya e agora a microcefalia que vem sendo uma das mais preocupantes.
Em 1955, o Brasil conseguiu erradicar o mosquito com medidas estabelecidas pelo médico sanitarista Oswald Cruz, onde ele [que] conseguiu depois de muitos esforços vacinar toda a população, principalmente a de classes mais pobres, porém [vírgula] no final da década de 60 [vírgula] o mosquito [voltou?] a aparecer no território. Atualmente, é quase que uma luta da população contra essa praga, mas as razões disso acontecer é que o clima tropical é favorecedor, o país não é executado como é planejado, o mosquito está cada vez mais resistente, portanto [vírgula] já não se pode culpar apenas a população.
Um outro fator que tem inviabilizado o combate do mesmo é a facilidade da fêmea em passar o vírus para o embrião, [ponto] são 40% de chances de o embrião herdar o vírus da fêmea infectada. Além disso, ela deposita em média 100 ovos de cada vez e não em um só lugar, sendo assim [vírgula] só aumenta o perigo, e nessa luta só o mosquito ganha. A aglomeração de pessoas também facilita bastante a vida desse adversário, pois [vírgula] com muita gente, são maiores as chances de haver uma infectada e maior a chance do mosquito infectar as restantes.
Dessa forma, é necessário medidas eficazes, como por exemplo, maior atenção quanto aos tratamentos de esgotos, investimentos em politicas públicas, maior treinamento dos agentes de saúde, ou seja, é preciso maior planejamento das cidades, para que em prática a vida da sociedade possa ter melhorias. E é imprescindível, maiores [São imprescindíveis] investimentos quanto aos estudos do Aedes Aegypt transgênico, ou seja, estéril, para que a população tenha mais tanto a preocupação de colocar sua saúde em risco por um simples mosquito.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
650
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |