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Com o ocorrido neste início de 2017 em [no] sistema penitenciário de Manaus, onde rebelião de presos deixaram [deixou] 56 mortos, volta-se a discutir sobre o caos das casas de punição brasileiras. Problemas de superlotação, faltas [falta] de saneamento, doenças disseminadas e violências pela parte das autoridades com os prisioneiros são exemplos de dificuldades enfrentadas no ambiente de prisão, necessitando-se com urgência de condutas para melhorar essa situação.
O Brasil é o 4º país com maior índice quantitativo prisional, gerando a superlotação, visto que o Brasil não possui gestão para esse problema e [vírgula] consequentemente [vírgula] apresenta quantidade insuficiente de prisões para arcar com o número de presos. Outro fato bastante registrado é a violência extrema que prisioneiros enfrentam constantemente pela parte dos superiores, possuindo dignidade e direitos violados. Os presos deveriam, na verdade, serem submetidos a [à] repleta atenção e encontros com profissionais, de modo que pudessem discutir sobre seus crimes com um psicólogo, por exemplo, podendo futuramente serem libertos com a consciência de que o que fizeram é [foi] errado.
A falta de atenção das autoridades para com [o sistema] penitenciário é chamada a atenção também pela falta de saneamento nos locais. Cadeias sujas, péssimo odor e carência na higienização no preparo das comidas são frequentes. Apesar da maioria possuírem fichas criminais altamente sujas, esses sujeitos ainda merecem ser tratados com devido respeito.
Com a consciência de que as prisões servem em primeiro lugar para "educá-los" à [a] não retornarem a vida do crime, deveremos [devemos] nos perguntar de como eles aprenderão o que é o certo, quando na realidade são tratados da pior forma possível. Os prisioneiros provavelmente sairão da prisão ainda mais transtornados e com raiva, pretendendo de quando ser liberto fazer ainda mais o mal. No mais, esses locais devem possuir extrema atenção pelas autoridades e [vírgula] claro, respeito para com os penitenciários, afinal, para respeitar, antes devemos saber o que é ser respeitado.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
700
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |