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Celas superlotadas e insalubres. Epidemias de doenças. Má alimentação. Problemas que recorrem desde as mais antigas civilizações como Egito e Grécia, onde se acreditava que por meio de tal era capaz de reabilitar os delinquentes. Atualmente, diante das diversas situações [vírgula] o aprisionado se sente cada vez mais desprezado e excluído da sociedade. Diante disso [vírgula] percebe-se a necessidade de uma mudança no sistema carcerário.
Em primeiro lugar, a superlotação das celas tornam cada vez mais a situação dos presos desumanas, pois desrespeita a Constituição Federal no artigo 5, que deixa claro que ninguém será submetido a [à] tortura nem a tratamento desumano ou degradante. Entretanto [vírgula] este [esse] direito é desrespeitado quando ha [há] falta de médicos para atender os prisioneiros, além de atividades para os distrair, para que não adquiram problemas mentais e físicos pelo sedentarismo. Diante disso, fica claro [clara] a necessidade de uma maior atenção aos presídios.
Então, mudanças inicialmente no julgamento dos crimes para impedir o [a] superlotação das prisões, aliada [aliadas] a uma maior atenção do governo para a construções de centros especializados em manter os presos trabalhando durante o dia, impedindo que fiquem sedentários, além de uma maior contratação de médicos para atender os prisioneiros impedindo que fiquem doentes, dissipem doenças, além de selecionarem os alimentos adequados a serem consumidos por eles.
Portanto, cabe ao governo juntamente com a [à] OAB (organização dos advogados do Brasil) [letra maiúscula] realizarem mutirões de julgamentos de casos para aliviar a lotação das prisões e também formar parcerias com o ministério da saúde para uma maior disponibilidade de médicos para o sistema carcerário. [vírgula] Além de oferecer subsídios a empresas que aceitarem oferecer emprego para presos durante o dia. Desta [Dessa] forma conseguiremos formar um sistema carcerário eficiente e humano.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
650
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |