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Com humanidade pode se mudar essa trágica realidade dos cárceres brasileiros, a prisão não deve ser um lugar diferente da vida atrás dos muros, os condenados perderam a liberdade [vírgula] não a dignidade humana. Como pode querer tirar anjos do inferno? Não parece um paradoxo? Perder a liberdade deve ser a maior pena, e não a crueldade diária como esses condenados enfrentam diariamente nas prisões nacional.
Já é visto que esse atual sistema é caro, ineficaz e falido. Então, por que insistem nele? Por que o exercito [exército] com toda sua disciplina não toma conta desse setor? A prisão deve ser um lugar de recomeço, com dias produtivos, o preso deve ter oficio e recreação, porque o ócio é o pai e a mãe do caos do mundo. Se fora da prisão um cidadão tem que trabalhar para se sustentar [vírgula] por que que deve viver sem trabalhar quando no cárcere? O custo desse sistema falido é muito caro e sem retorno.
A prisão deve impor uma restrição de liberdade, mas nada além disso. Isso significa que todos os presos têm os mesmos direitos e que a vida na cadeia deve ser semelhante à do mundo exterior. E depois que cumprir sua pena deve ter um programa de ressocialização para encaminhar a um emprego, que, por falta de um [vírgula] 90% deles acabam voltando para a vida de crime e para o cárcere novamente. Ás [Ás] vezes a coisa mais importante na vida de um homem é uma nova chance.
É hora de fazer diferente, usar a cabeça e mudar essa realidade indigna. Basta querer, tem que buscar, trocar ideias com países que tenham um sistema bom, que funcione com retorno, [ponto final] a Noruega é um país que tem um excelente programa prisional lá a reincidência é de 20% a mais baixa do mundo. O que os noruegueses têm de mais diferente do resto do mundo é tratar seus condenados com toda humanidade do mundo. Talvez seja esse o ingrediente principal que nos falte, humanidade! Como o governo que resgatar um humano de dentro de um presidio brasileiro? Tratar um ser humano com humanidade é um direito e um dever de todo ser humano. Não precisa ser um tratamento perfeito, mas, [sem vírgula] precisa ser humano.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |