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Segundo a constituição brasileira [letra maiúscula,] cabe o [ao] Estado a garanti [garantia] dos direitos humanos, tais como a vida de forma digna. Os sistemas carcerários, entretanto, contradizem na prática aquilo o que é previsto pela teoria. Diversos países voltaram os seus esforços para a redução dos índices de violência.[vírgula] Fato que esse que não representa, necessariamente, a melhoria do sistema carcerário [vírgula] e sim, muitas vezes, a continuidade em larga escala de medidas ineficientes.
O Brasil possui a quarta maior população em cárcere [vírgula] o que representa um gasto anual de aproximadamente 300,9 milhões de reais. Paradoxalmente, os presídios do país operam, no geral, em condições precárias [vírgula] apresentando alimentação e higiene inadequadas, além da superlotação das suas celas.
Outro fator agravante está na quantidade insuficiente de agentes penitenciários e no despreparo profissional desses [deles]. Nesses cenários, os abusos e a corrupção tornam-se algo decorrente dessa realidade e fragiliza ainda mais o sistema.
Somado [Somada] a esses fatores [vírgula] tem-se a tendência das prisões em [de] privilegiar a sua função punitiva em detrimento da educacional. Quando liberto, o presidiário sai despreparado para o mercado de trabalho, sem nenhuma formação ou capacitação, o que aumenta suas chances de reincidência no crime.
Deve haver, assim, uma reestruturação do sistema carcerário brasileiro visando [a] uma maior eficiência desse. Para tal, algumas mudanças podem ser adotadas como: o aumento do número de agentes penitenciários acompanhado da sua capacitação e melhoria nas condições de trabalho, além da formação profissional do prisioneiro. Deveria ser incentivado, também, o trabalho remunerado dentro dos presídios, sendo uma parte do dinheiro arrecadado destinado [destinada] à [a] arcar com os gastos gerados por esses e a outra parte à [a] uma poupança pessoal.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |