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Todos são iguais perante a lei, porém vencem os mais capazes. Quem são essas pessoas consideradas aptas?
Há algum tempo atrás ocorreu um fato muito inusitado e racista na Universidade Federal do Espírito Santo, onde um magistrado declarou em uma sala de aula que preferia ser atendido por um médico branco a um negro, além de criticar as cotas raciais nas universidades federais. [vírgula] Declaração esta [essa] que revoltou os alunos, pais e a própria sociedade. Diante disso várias perguntas foram feitas, como por exemplo; o profissional branco está mais preparado do que o negro para atender a população? E qual o ponto de vista da população quanto às cotas raciais?
Questões que dividem opiniões, pois a maioria da população do Brasil é negra e sua classe social [é] baixa. Situação que impede em grande parte desta [dessa] sociedade em concluir o ensino médio e tão pouco [tampouco] ingressar em uma universidade pública. E os poucos que conseguem , [sem vírgula] ainda sofrem com o preconceito dentro da própria sala de aula.
Além disso, outra questão que divide opiniões são as cotas raciais, pois boa parte da população é a favor devido a [em virtude da] história de sofrimento, classe social e luta desses cidadãos. Outra parte é contra, pois segundo os mesmos isto [isso] fortalece o preconceito de modo que são visto [vistos] como incapazes pela própria constituição [Constituição], pois muitos alunos de pele clara estudam em escolas públicas e não são inseridas [inseridos] nessa lei para serem beneficiados pela mesma. [por ela.]
Desta [Dessa] forma, cabe de imediato ao legislativo, executivo e o judiciário elaborarem, executarem [elaborar, executar] e fiscalizar leis que façam a mudança principalmente na educação e que gerem oportunidades a todos, de modo que seja extinto qualquer forma de discriminação. Quanto a [à]sociedade [vírgula] cabe a mesma [a ela] dar o primeiro passo em se reeducar e lutar por um país melhor. Somente com a educação transformamos uma nação!
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |