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Talvez derivado do pensamento de que a espécie humana é dividida em várias raças, o racismo impregnou [impregnou-se] na sociedade mundial. No Brasil não foi ou é diferente, já que desde seu descobrimento, [sem vírgula] implantaram-se por aqui estes [esses] preconceitos, quando na verdade não existem raças humanas (ao menos nos estudos biológicos), que esses conceitos são adotados [sendo esse conceito adotado] apenas no âmbito social.
No Brasil, tudo começou desde o seu descobrimento, quando logo após, ?[sem vírgula] a Coroa Portuguesa passou a explorar as novas terras e ?[vírgula] para isso, fez-se necessário o tráfico negreiro, implantando assim em nosso país uma “raça” que servia apenas para trabalhar. Desde aqueles anos eram explorados, chicoteados, condenados a viver em meio às mazelas e a [à] opressão. Mesmo com a abolição da escravatura, e como nada foi feito para mudar a realidade, o dilema continuou. Viram-se obrigados a se submeterem [submeter à] a exploração de seus senhores diante da tamanha desigualdade que os assolavam.
Atualmente isso vem mudando, mesmo que a passos lentos. Temos leis que condenam e punem quem pratica crimes raciais, mesmo que timidamente, visto que são leis que às vezes não saem do papel, têm penas que não condizem com a gravidade da condenação e ?[vírgula] consequentemente ?[vírgula] muitos nem denunciam os crimes sofridos. Temos também hoje a democracia racial, que através [por meio] de ações afirmativas vêm [vem] fazendo a inserção dessas pessoas na sociedade e consequentemente minimizando a desigualdade que há. Um exemplo são as cotas raciais com vistas a dar oportunidades aos jovens negros a entrarem na faculdade e daí surgirem para o mercado de trabalho.
Diante disso, podemos ver que o combate ao racismo no Brasil vem acontecendo lentamente. Mas é preciso seguir e investir para conseguir maiores êxitos futuramente. Que os governantes do nosso país e também as organizações de um modo geral continuem com as políticas de inclusão, revejam as leis e abrande-as onde for necessário e use toda a mídia a seu favor para ajudar nesse combate. E que a sociedade abrace essa causa, inclusive aqueles preconceituosos, que abram seus corações e vejam que somos todos irmãos, independente [independentemente] de “raça”, enfim, independente [independentemente] de tudo aquilo que nos separa em meio à sociedade.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |