A ditadura do século XXI
Tema: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Livre arbítrio. Muitos já ouviram falar nessa palavra, ela é citada nas sagradas escrituras e muitos a utilizam no dia a dia. Mas, [sem vírgula] o que significa o livre arbítrio? Simplesmente poder de escolha [vírgula] ou seja, você escolhe seu destino. Tornou-se popularmente conhecido como “Liberdade de expressão”, pois, quem tem liberdade de escolha, [sem vírgula] pode de alguma forma se expressar e argumentar suas ideias [sem vírgula] seja na religião, futebol e até mesmo assuntos políticos.
Cada país possui uma cultura diferente, políticas diferentes e [sem vírgula] em alguns países, essa liberdade de expressão não é bem aceita, ainda mais quando o assunto é religião. Um exemplo claro que chocou o mundo inteiro foi o massacre ao jornal Charlie Hebdo [sem vírgula] em janeiro de 2015 [sem vírgula] em Paris, [ponto final] o motivo principal: ódio pelas caricaturas feitas pelo jornal que satirizavam Maomé [sem vírgula] consagrado um líder para o islamismo.
Brasil, considerado um país laico onde é permitido todos os tipos de religiões, mas, em pleno século XXI [vírgula] ainda parece viver na época de ditadura onde pessoas eram torturadas, pressionadas e que não tinham direito de expressão. Porém, essa “tal ditadura” do século XXI se baseia entre as próprias pessoas, não de militância [vírgula] mas, [sem vírgula]da falta de amor ao próximo onde palavras se tornaram tortura e atitudes se tornaram prisão. Para quem acredita em Jesus ou Maria [sem vírgula] de alguma forma [sem vírgula] aprenderam que se deve amar o próximo e que não é religião que levará ao céu.
Há quem não acredite em céu ou inferno, mas que no mínimo aprendeu que cada um nasceu com uma maneira de pensar e que deve respeitar a opinião do outro. Até aonde [onde] vai essa liberdade? Ou até aonde vai a intolerância religiosa? E não somente religiosa [sem vírgula] mais [mas] a falta de respeito ao próximo. Como diria Voltaire “Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo". A sociedade deve entender que vivemos em um tempo onde a liberdade de escolha depende também de como essa liberdade não afete o próximo e que acima das religiões é a consciência de que somos seres mortais sujeito [sujeitos] a todos as qualidades de [e]defeitos e que temos DNA diferente, por isso [sem vírgula] pensamos diferente, agimos diferente e pensar que da mesma maneira que eu não desejo para mim não desejo para o próximo.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 20 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 420 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |