Tema: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
No inicio [início] do século XVI [vírgula] com a chegada dos portugueses ao Brasil, padres Jesuítas instruíram índios ao catolicismo cristã [cristão,] ignorando ?[vírgula] assim ?[vírgula] suas crenças religiosas ?[vírgula] que era [eram] baseadas especificamente a [em] elementos da natureza.Dessa forma, percebe-se que ainda hoje no Brasil existe [existem] pessoas que não são respeitadas na sua escolha religiosa ?[vírgula] tornando-se a cada dia vítimas de violência verbal ou física.
Apesar de o Brasil ser uma república laica ?[vírgula] há muita intolerância religiosa atribuída à violência verbal e física, no entanto, essas práticas se devem não só a [à] falta de respeito ?[vírgula] mas também por falta de conhecimento relacionados a [sobre] tais religiões e atribuições que são dadas a elas como práticas demoníacas e uma das que mais sofre [sofrem] com esse tipo de ofensa é o candomblé.
Logo, muitos são os problemas que contribui [contribuem] para esses preconceitos, como a falta de diálogos entre os líderes religiosos ?[vírgula] que tem [têm] como dever o ensino do respeito ao próximo, pais que não se interessam em conhecer outras religiões e assim passar os valores para seus filhos, como também as escolas não se interessam em debater sobre o mesmo, sendo assim, se torna [torna-se] difícil cada vez mais diminuir as estatísticas de violência.
Portanto, medidas são necessárias para a resolução do impasse. É preciso que o ministério de educação [Letra maiúscula] ?[vírgula] em parceria com as escolas ?[vírgula] instrua professores e líderes religiosos a darem palestras a pais e filhos no intuito de mostrar que todas as religiões têm seus valores e devem ser respeitadas. Existe a necessidade que o ministério da justiça aprove projeto de lei como o amor acima de tudo,visando a [à]diminuição da violência.E como disse o filosofo [filósofo] Jean Paul Sartre [Jean-Paul Sarte], a violência independente de como ela se manifesta é sempre uma derrota.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 450 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |