Tema: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Desde meados do século XV [vírgula] quando o Brasil era colônia de Portugal, recebia em seu território povos escravizados de origem africana. Devido a isso, tanto ao processo de colonização quanto às populações vindas de outros continentes, as religiões vem [foram] sendo disseminadas pelo país. Logo, toda a prática que venha a ser configurada como intolerância à religião deve ser combatida mediante legislação, já que a constituição assegura proteção e liberdade em seus mais variados sentidos.
O Brasil garante a todo a qualquer cidadão o direito a [à] liberdade de se expressar e expor, [expor-se sem] sem ofender, machucar, denegrir o próximo em sociedade. Sendo considerado um estado [Estado] laico, pois aceita todas as religiões e as protege perante lei, o país tem de também a garantir a proteção dos seus precursores, visto que sem a garantia dos seus direitos essas pessoas são vulneráveis a qualquer tipo de agressão. O Código Penal Brasileiro ?[vírgula] em seu Artigo 208 [vírgula] assegura um desses direitos e põe em detenção quem perturbar ou atrapalhar a ordem de um culto religioso.
Mormente, os casos de violência que vem [vêm] assolando a sociedade em questão, século XXI, são de origem discriminatória as religiões propagadas durante o período colonial, sendo as mais abusadas as de origem afro-brasileira e evangélica. Segundo o jornal "Folha", do UOL, aproximadamente 62% dos casos de discriminação relatados nos anos de 2011 a 2014 são de pessoas que tem [têm] base religiosa vinda das missões jesuíticas e tráfico negreiro do XV. [vírgula] Sendo 35% de origem afro-brasileira 27% evangélica. Fora os casos que não são relatados, pois as pessoas sofridas desse [que sofrem esse] abuso se sentem se com temor.
Portanto, é notória a falta de fiscalização do governo para com a população propagadora da fé e disseminadora da religião. Deve-se por meio de informativos explicar os conceitos e ampliações de liberdade de expressão e os [as] mais expressivas palavras relacionadas à religião, ajudar as pessoas que sente [sentem] se com medo à [de] fazer as denuncias [denúnicas], por meio de palestras também, de ordem pública-governamental,que venham a expor e esclarecer o que se pode fazer àqueles que sofrem abusos de como ser auxiliado.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 50 | Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 300 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |