A necessidade de vencer a intolerância religiosa
Tema: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Desde toda a história da humanidade, as pessoas sempre buscaram formas ou seres para explicar o mundo e tudo em que nele habita, [ponto final] ao longo do tempo, vários grupos sociais de diversas regiões criaram suas próprias conclusões sobre o mistério da vida e é a partir daí que surge [surgem] as diferentes religiões, ?[sem vírgula] e ?[vírgula] junto com elas, o intenso preconceito.
No Brasil, a questão que é mais discutida é o preconceito entre religiões e fora delas, uma vez que o nosso país é rico em diversidade cultural e religiosa. Dentre [Entre] todas as religiões ?[vírgula] 99% delas ensinam o bem e o respeito ao próximo; então ?[vírgula] há alguma coisa errada, por que tanta agressividade? É normal estranharmos aquilo que consideramos “diferente” de nossa cultura ou religião ?[vírgula] mas é errado julgarmos uma etnia social por ser contrária à nossa, ou então simplesmente julgar sem conhecer, pois vivemos em sociedade e é benigno para o bem de todos respeitar e ser respeitado.
O governo, instituições estaduais, ?[sem vírgula] ou até ONGs deveriam incentivar o respeito entre as divisões religiosas, seja em telejornais, revistas ou na internet, e procurar através [por meio] dos órgãos de segurança,?[sem vírgula] repreender qualquer tipo de preconceito; uma vez que cada um nasce com a liberdade de escolher em que ou não acreditar. Em um país tão diversificado, ?[sem vírgula] e carente de informação religiosa como o Brasil, cresce a necessidade de estabelecer o controle. As escolas também seriam grandes parceiras em propagar a luta contra toda a intolerância religiosa no Brasil. Professores e alunos poderiam fazer campanhas, palestras em prol do respeito religioso. Assim, aos poucos, mais pessoas iriam perceber a importância de viver em harmonia.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |