Intolerância: Uma reconstrução possível
Tema: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
A sociedade brasileira foi colonizada sobre preceitos que sempre previram a dominação de uma cultura perante outra. Assim foi no período colonial, quando a cultura indígena e africana foram menosprezadas; e atualmente não é diferente. Mas, ?[sem vírgula] dentro da realidade atual com a diversidade religiosa presente, o que se tornou mais visível foi à [a] intolerância religiosa aos grupos que não seguem dogmas de religiões de base cristã. Apesar de eles sofrerem, contudo [vírgula] o grupo que desde sempre vivenciam [vivencia] essa situação são os que praticam principalmente religião de matriz africana.
Diante de tal problemática, pensar em mecanismo que descontrua visões preconceituosas e discuta de modo amplo e com pessoas que conheçam é modo de apresentar pontos de vistas diversificados.
A apresentação de tais informações poderia ser incluídas [incluída] nos currículos escolares ,[sem vírgula] para que houvesse discussões no ambiente escolar, com isso pensamentos diversificados poderiam ser apresentados , dúvidas sanadas e preconceitos mitigados.
Assim como, a representação de líderes religiosos e especialistas em espaços de decisões e poder são um meio de ouvir pontos de vistas, experiências empíricas e soluções coerentes com a realidade religiosa de quem vivência a intolerância.
Do mesmo modo, a representatividade nas mídias é um meio de dá [dar] vozes, espaços e visibilidade a indivíduos que muitas vezes são ignorados pelos meios de transmissão de informações ou são lembrados apenas em momentos de tragédias. [vírgula] Pois, através desses espaços [vírgula] será possível abrir espaços para discussões em âmbito nacional.
Logo, apesar da intolerância religiosa ser um problema que existe no Brasil desde sua colonização, é possível criar elementos que possibilitem combater o bojo desse problema, que a falta de informação que leva ao preconceito, contudo [sem vírgula] é necessário inserir tais temáticas nas escolas, nas mídias e em espaços de decisões.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 50 | Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 300 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |