Os riscos da correria

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/10/2016
Nota tradicional: 650
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Na contemporaneidade, devido a [em virtude da] rapidez dos acontecimentos, é bastante comum que as pessoas queiram resolver os seus problemas de forma rápida e prática, inclusive quando os mesmos [eles] envolvem saúde e bem-estar. Nesse contexto, estudos recentes indicam que a ingestão discriminada de medicamentos de diversos tipos é fenômeno crescente .

Seja na busca pela boa forma, [seja na] prevenção de gravidez ou até mesmo cura para dores de cabeça, a automedicação tem se tornado prática com cada vez mais adeptos no Brasil e em todo o globo. São inúmeros os malefícios que isso pode trazer ao indivíduo  [vírgula]  como, por exemplo, piora no quadro clínico, surgimento de microorganismos [micro-organismos] resistentes aos medicamentos, dependência química  [vírgula]  entre outros. Nos últimos anos, uma grande parcela de pessoas ingerem remédios, como anabolizantes, sem prescrição médica,  [sem vírgula]  em busca do corpo perfeito. A discussão sobre o assunto gera bastante polêmica. Já foi comprovado pela ciência,  [sem vírgula] que anabolizantes, em sua grande maioria, causam sérios anos á saúde dos usuários  [vírgula] podendo desencadear doenças como o câncer e até mesmo levar á morte. Além disso, é bastante comum,  [sem vírgula]  acompanhar casos de pessoas que ingerem medicamentos de forma indiscriminada,  [sem vírgula]  na intenção de curar dores no corpo, o que pode gerar uma grave dependência á [a] esses medicamentos,  [sem vírgula]  e também pode levar ao óbito.

Assim, para erradicar esse problema, é necessário que sejam criadas leis mais severas para coibir a venda de medicamentos sem prescrição médica. Além disso, é imprescindível que campanhas publicitárias de conscientização e esclarecimento sobre o problema,  [sem vírgula] sejam criadas pelo governo ou por ONGs.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 150 Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 650 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos