Os riscos da correria
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Na contemporaneidade, devido a [em virtude da] rapidez dos acontecimentos, é bastante comum que as pessoas queiram resolver os seus problemas de forma rápida e prática, inclusive quando os mesmos [eles] envolvem saúde e bem-estar. Nesse contexto, estudos recentes indicam que a ingestão discriminada de medicamentos de diversos tipos é fenômeno crescente .
Seja na busca pela boa forma, [seja na] prevenção de gravidez ou até mesmo cura para dores de cabeça, a automedicação tem se tornado prática com cada vez mais adeptos no Brasil e em todo o globo. São inúmeros os malefícios que isso pode trazer ao indivíduo [vírgula] como, por exemplo, piora no quadro clínico, surgimento de microorganismos [micro-organismos] resistentes aos medicamentos, dependência química [vírgula] entre outros. Nos últimos anos, uma grande parcela de pessoas ingerem remédios, como anabolizantes, sem prescrição médica, [sem vírgula] em busca do corpo perfeito. A discussão sobre o assunto gera bastante polêmica. Já foi comprovado pela ciência, [sem vírgula] que anabolizantes, em sua grande maioria, causam sérios anos á saúde dos usuários [vírgula] podendo desencadear doenças como o câncer e até mesmo levar á morte. Além disso, é bastante comum, [sem vírgula] acompanhar casos de pessoas que ingerem medicamentos de forma indiscriminada, [sem vírgula] na intenção de curar dores no corpo, o que pode gerar uma grave dependência á [a] esses medicamentos, [sem vírgula] e também pode levar ao óbito.
Assim, para erradicar esse problema, é necessário que sejam criadas leis mais severas para coibir a venda de medicamentos sem prescrição médica. Além disso, é imprescindível que campanhas publicitárias de conscientização e esclarecimento sobre o problema, [sem vírgula] sejam criadas pelo governo ou por ONGs.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 650 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |