A Contrariedade da Automedicação

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 24/10/2016
Nota tradicional: 500
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A automedicação muitas vezes é a saída encontrada para aliviar de imediato sintomas ou dores sem [á [a] prescrição médica. Entretanto, a mesma [ela] é item de discussão por acarretar consequências graves ao bem-estar do indivíduo quando usadas [usada] de maneira incorreta. 
O uso inadequado de remédios é um problema grave no âmbito social, pois  [vírgula] segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINTOX), em 2003, os medicamentos foram responsáveis por 28% de todas as notificações de intoxicação. Além do uso indevido causar o agravamento de uma doença, uma vez que a ultilização desenfreada pode camuflar diversos sintomas, é importante lembrar que  [vírgula] quando se trata de antibióticos  [vírgula] os cuidados devem ser redobrados.
Outra preocupação está relacionada a combinação das subtâncias de maneira errônea. Neste [Nesse] caso, o uso do medicamento pode vir á [a] anular ou potencializar o efeito do outro, [ponto final] além disto reações alérgicas, dependência ou até mesmo á [a] morte são uma das consequências do uso abusivo de tais remédios.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe o uso racional de medicamentos (URM)  [vírgula] quando “os pacientes recebem medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas, em doses e períodos adequados às particularidades individuais, com baixo custo para eles e sua comunidade”. Mas além de advertir sobre os efeitos da automedicação  [vírgula] é de suma importância que os orgãos competentes busquem informar e educar á [a] sociedade que se automedica sobre os ricos á [a] saúde que o mesmo pode causar, além de desenvolver ainda mais pesquisas na área.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 500 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos