Automedicação: Um problema, mil consequências
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Visto como um problema ou uma solução? A automedicação, consumo de medicamentos sem prescrição medica, quando inadequada [vírgula] podendo levar a sérios efeitos indesejáveis, tem se tornado frequente, e com essa frequência levanta-se uma questão muito complicada, deve-se realmente combater a automedicação?
Com um alto índice de pessoas que se automedicam no Brasil, podendo chegar a 76,4% da população, tem acendido o sinal vermelho para esse alto índice,[ponto final] no Rio de Janeiro [vírgula] cria-se [criou-se] a Lei Nº6.431, de 12 de abril de 2013, aonde [que] institui a campanha de conscientização e combate a [à] automedicação, que vem com o desejo de levar as pessoas a procurarem profissionais para saber realmente a qual doença estão combatendo.
Mas em contraponto ao combate se levanta uma questão, e o serviço de saúde pública? Uma saúde aonde [em que] grande porcentagem da verba destina [destinada] ao serviço não chega, aonde médicos, enfermeiros e vários outros especialistas trabalham de forma impropria [imprópria] e a população não tem o seu direito civil comprido, exigir que todos se consultem com médicos não deixaria a saúde pública em um caos? Em um levantamento que mediu a eficiência dos serviços de saúde de 48 países, o Brasil fica em último lugar, ficando atrás de Argélia, Cuba, Equador [vírgula] entre outros.
Contraditoriamente ao combate, a solução para pequenas dores, ou doenças, como dor de cabeça e febre [vírgula] está na automedicação, pois o tempo que se leva pra enfrentar uma fila de um hospital público, em apenas alguns minutos solucionaria algo simples, mas não descartando a medicina, pois existe uma grande dependência de médicos e dos demais profissionais, e se dores persistem, e se sente-se algo, não se deve esperar, a primeira intenção é procurar um centro de saúde básica.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 50 | Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 0 | Nível 0 - Não apresenta proposta de intervenção ou apresenta proposta não relacionada ao tema ou ao assunto. |
| Nota final | 300 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |