Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Um perigo cada vez mais comum e ignorado pela população é a automedicação [vírgula] que disfarça problemas de saúde, pode causar intoxicações, paradas cardíacas [vírgula] podendo ser fatal em alguns casos, desse modo, a medicação sem prescrição médica deve ser abolida.
Os defensores da automedicação alegam que o SUS sofreria uma lotação maior do que a decorrente por pessoas com quadros triviais se a mesma [ela] não fosse praticada, no entanto, existem situações em que problemas considerados corriqueiros caracterizam graves doenças, nesse caso, a automedicação pode evitar o descobrimento da doença e agravá-la. Aliado a isso, existe uma lista de remédios cuja compra é considerada pela ANVISA como isenta de prescrição médica, [ponto final] seu uso não caracteriza automedicação, pois são considerados pela OMS como remédios para autocuidado [vírgula] não oferecendo risco ao paciente, assim, para uso de remédios não inclusos nessa lista [vírgula] deve-se consultar um médico.
Além disso, o uso de medicamentos sem prescrição médica pode causar intoxicação e fatalidades. Muitos indivíduos tomam doses maiores do que as recomendadas na bula com a falsa impressão de que atenuará a eficiência do remédio, [ponto final] isso ocorre devido à ausência de uma prescrição adequada da dosagem por um médico. Somado a isso, o uso incorreto de remédios como antibióticos pode gerar bactérias resistentes [vírgula] levando a alterações gênicas na bactéria e, consequentemente, complicações ao paciente.
Medidas de intervenção devem ser tomadas para que a automedicação seja abolida. Governo Federal, Ministério da Saúde e meios de comunicação devem trabalhar juntos de modo que se crie uma sinergia que será benéfica a toda população, [sem vírgula] a partir de disponibilização de recursos para construção de unidades de prontos atendimentos [pronto atendimento] pelo primeiro, promoção de melhores condições de saúde pelo segundo e desenvolvimento de propagandas que atentem para os perigos da automedicação e a necessidade de consultar um pronto atendimento pelo último. Assim, o direito à saúde assegurado pela constituição será garantido a toda sociedade.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |