Automedicação: uma missão impossível de combater
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Atualmente a prática mais comum entre as pessoas é automedicação, ou seja, as pessoas ingerem remédios sem ter uma receita ou conhecimento, apenas por contra [conta] própria. Apesar da Organização Mundial da Saúde alegar que a automedicação é uma prática necessária para o sistema de saúde, é de conhecimento geral que muitas vezes essa atividade põe em risco a vida das pessoas.
O uso de remédios sem acompanhamento médico veem [vem] aumentando com o decorrer do tempo. Com a chegada da internet, por exêmplo [exemplo], as pessoas costumam não indo ao médico, buscando nas redes qual o remédio adequado para os sintomas que elas estão sentindo. Hoje pode-se [se pode] encontrar diversos sites, redes sociais que indicam remédios para as pessoas, sem consulta prévia, tal prática que pode causar problema à saúde da pessoa.
Mesmo que as pessoas saibam os riscos que correm ao ingerir remédios sem prescrição médica, [sem vírgula] e que a OMS diga a importância de tal ato, é necessário que as pessoas procurem pelo menos ler a bula dos remédios, [sem vírgula] e que [sem vírgula] se os sintomas persistirem [sem vírgula] procurar um médico. [sem vírgula] Pois, até mesmo se as pessoas fossem procurar um médico por estar sentindo uma dor de cabeça, [sem vírgula] ou um pequeno mal estar [mal-estar], haveria super lotação [superlotação] em todos os meios de saúde.
A automedicação sempre existirá, porque além das pessoas evitarem ir ao médico, as propagandas, a internet e outros meios de comunição de massa irão fazer com que as pessoas façam essa prática, alegando ter a cura para as doenças. Portanto, combater a automedicação é quase impossível. É necessário que as pessoas tenham consciência de seus atos, sabendo quais riscos estão correndo ao tomar um remédio sem um acompanhamento médico.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 500 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |