A cultura de se automedicar
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
A automedicação conhecido [, isto é,] como o ato de consumir medicamentos sem prescrições médicas, tem sido motivo de preocupação para os profissionais da saúde brasileira. Logo, essa cultura não só pode gerar surtos de superbactérias resistentes a qualquer tipo de antibiótico, mas também, aumentar as intoxicações e [vírgula] assim [vírgula] provocar a morte do indivíduo.
Segundo a teoria da seleção natural de Darwin, só sobrevive no ambiente o ser que for mais forte enquanto aos fracos morrem. O que se torna evidente ao tomar antibióticos de forma incorreta, as bactérias fracas morrem e as resistentes sobrevivem e se multiplicam. Porém, essa medida pode levar as pessoas à era pré-antibiótica em que muitas pessoas morriam em decorrência de infecções urinaria e ferimentos profundos na pele por falto [falta] do medicamento.
Contudo,a demora nos atendimentos hospitalares,propagandas feitas por atores famosos, como também conselhos dado por pessoas próximas,[sem vírgula] tem [têm] induzido as pessoas [a] se automedicarem,ou,até [sem vírgula] mesmo por não lê a bula do remédio [vírgula] o que leva o enfermo a não saber suas contra- indicações e, dessa forma [vírgula] possa haver a anulação de outra droga se por acaso esteja tomando, como também provocar intoxicações e levá-lo a óbito.
Portanto,medidas são necessárias para resolver o impasse. É preciso que o Ministério da Saúde proíba propagandas que incentivam a compra de drogas sem prescrições médicas e, [sem vírgula] aumente a fiscalização das farmácias que continuam a venda sem receitas. É importante que exista a conscientização dos jovens e adultos e, como disse o filosofo [filósofo] Immanuel Kant [vírgula] o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Assim sendo, o MEC deve instituir nas escolas públicas palestras ministradas por professores e enfermeiros que vise [visem] discutir os perigos provocados por medicamentos.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 650 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |