Cuidando da saúde

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 17/10/2016
Nota tradicional: 650
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A prática de ingerir medicamentos sem o aconselhamento ou acompanhamento de um profissional de saúde qualificado é muito comum na sociedade brasileira. Quem nunca tomou remédio sem prescrição médica, [sem vírgula] após uma dor de cabeça, febre ou dor de garganta? Ou até mesmo pediu opinião de pessoas sobre qual medicamento ingerir em determinadas ocasiões?

A automedicação é vista como uma solução para alívio imediato em alguns sintomas, porém [mas] ela também pode trazer consequências mais graves, pois o uso de medicamento de forma incorreta acarreta o agravamento de uma doença, uma vez que, [sem vírgula] a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas.

De acordo com Vanessa Sardinha – Saúde na escola – [vírgula] o uso de remédios sem prescrição trás [traz] diversos problemas, sendo um deles a intoxicação. Segundo a Agência Nacional de Vigilância, os medicamentos que mais causam intoxicação são os analgésicos, antitérmicos e antiflamatórios [anti-inflamatórios].

Há que se observar, que, devido [por causa de] problemas na saúde pública brasileira, como o não atendimento de usuários, estar levando cada vez mais as pessoas á busca de [buscam] respostas rápidas para seus problemas diários de saúde, [ponto final] um grande exemplo são as perguntas de seus sintomas a internet, fazendo assim que o autodiagnostico  [autodiagnóstico] leve a [à] automedicação que pode trazer inúmeras complicações e [vírgula] em alguns casos [vírgula] até a morte.

Logo a população deve se conscientizar [conscientizar-se] sobre o uso incorreto e irracional de medicamentos, e a ANVISA, [sem vírgula] ter mais controle sobre a venda de medicamentos, as pessoas têm de ter [vírgula] através [por meio] dos farmacêuticos e profissionais da saúde, a devida orientação sobre os perigos desta [dessa] prática. Os indivíduos que tem [têm] acesso a essas informações também devem repassar sobre as consequências causadas pelo uso inconsequente, [sem vírgula] e não indicar fármacos.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 150 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 150 Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 650 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos