vivendo de opinião
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Quem nunca teve uma dor de cabeça e recebeu uma indicação para tomar uma dipirona? Ou ter dor de barriga e tomar um chá de boldo? Essas e muitas outras frases estão presentes na nossa sociedade por décadas. Nossos antepassados, [sem vírgula] não conheceram os medicamentos que hoje existem, mas, de alguma forma [vírgula] contribuíram para a evolução da medicina. A luta pela sobrevivência, [vírgula] fez com que estes [eles] utilizassem de plantas e até mesmo alimentos [como] formas para curar algumas enfermidades. É incrível como os seres humanos no passado, [sem vírgula] passavam horas em caçadas e investigações, sobre como segredos da natureza contribuiriam para sua sobrevivência, e com essas experiências eram passadas por geração em geração.
Mesmo por não terem a informação que hoje temos, todo cuidado era pouco para a automedicação, não era simplesmente qualquer erva que curava uma dor de cabeça ou cicatrizasse [cicatrizava] um ferimento. Somente quem tinha um excelente conhecimento que poderia fazer tal trabalho. Vivemos em um tempo em que, [sem vírgula] a opinião e experiências de pessoas ao nosso redor, [sem vírgula] nos motivam a utilizar os mesmos meios que elas, sejam em [como ao] comprar um sapato de marca ou até mesmo a um medicamento. As redes sociais estão repletas de comentários de determinados produtos, com isso, até mesmo as empresas tem [têm] levado em conta o que a opinião pública tem a dizer sobre sua imagem e representatividade.
Porém, a sociedade tem esquecido que, [sem vírgula] cada ser humano se difere um do outro, o que pode ser bom para um não será bom o suficiente para o outro, nossos organismos são diferentes. Vale salientar que, [sem vírgula] os medicamentos que são vendidos em farmácias são bem diferentes de chás naturais, pois esse não contém tantos efeitos colaterais.
É extremamente importante que cada um conheça especialmente a si mesmo, [sem vírgula] e [vírgula] para isso é preciso um especialista que saiba fazer o diagnostico [diagnóstico] necessário para dadas medicações. Depois desse autoconhecimento, se torna [torna-se] de responsabilidade desse paciente seguir essas orientações de forma correta e consciente.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |