A automedicação ainda é uma necessidade!

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 13/10/2016
Nota tradicional: 250
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   A automedicação não é dos dias de hoje, e [mas] ?[vírgula] sim, desde a evolução do homem como meio dê-se [de se] prevenir de doenças adquiridas ao longo da vida, porém nem sempre eram beneficiados, por não ter o conhecimento sobre o medicamento, assim tornando um risco para a própria saúde ?[vírgula] o que às vezes se tornava um veneno e ocasionava a morte.

   Mas de certa forma ?[vírgula] era a única solução para esses povos, já com o avanço da tecnologia e dos conhecimentos dos estudiosos não é um problema mais de falta de conhecimento, e sim de profissionais que possam consultar cada caso, com isso, a automedicação é a única solução para tentar amenizar a dor de pacientes. Acabar não vai resolver o problema, entretanto?[vírgula]  adquirir outro, tendo em numeras [inúmeras] de pessoas doentes que podem chegar a óbito por falta de atendimento.

   Devemos encontrar uma forma de formar mais profissionais capacitados para cada área para que não seja preciso [sejam necessárias] milhares de pessoas fazer esse ato, que ?[vírgula] sem duvida [dúvida] ?[vírgula] pode ocasionar outros problemas mais graves. Com virtude [relação] ao problema ?[vírgula] o governo brasileiro concedeu uma solução de trazer médicos cubanos para trabalhar nas partições públicas do país com intuito de diminuir a demanda de pacientes, de fato não foi à [a] solução, pois os médicos estrangeiros falam outro idioma apesar de ter um curso preparatório antes dos mesmos [deles] exercer a profissão não está sendo bem vigorada.

   Com tudo [Contudo], o mais correto a fazer é a formação de mais profissionais brasileiros, e para isso também é preciso melhorar o ensino tanto teórico como prático. Após isso se pode falar em combate a [à] automedicação.

 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 50 Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 250 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos