A automedicação pode ser utilizada corretamente

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 09/10/2016
Nota tradicional: 250
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No decorrer da turbulenta rotina dos brasileiros, o que não falta são motivos para se automedicar, principalmente quando surge uma dor de cabeça repentina, e a falta de tempo, que não possibilita consultar um profissional da saúde. Mas,[sem vírgula] será que devemos tomar medicamentos por conselhos da família, [sem vírgula] e amigos, ou [sem vírgula] recorrer ao médico?

É claro que é arriscado se automedicar sem nenhuma indicação própria de alguém que entende do assunto. [vírgula] Mas também é um pouco de egoísmo irmos ao postinho de saúde (que já está em situação precária de vários tipos de recursos), [sem vírgula] para apenas perguntar ao médico qual remédio tomar por conta de uma dor no corpo ou algo parecido, sendo que ele poderia usar este [esse] tempo para atender um paciente com casos mais graves de saúde, que exigem mais atenção.

Ou seja, [Não começamos frases com "ou seja"] quando percebermos que estamos com sintomas leves e que não é nada grave, não iremos perguntar para alguém vago [??] em assuntos na saúde,[sem vírgula] qual medicamento ingerir; mas também não podemos ir ao médico e atrapalhar alguém que precisa urgentemente de uma cirurgia. A atitude mais correta que devemos fazer é bem simples.

Apenas consultar um farmacêutico, ele entende sobre medicamentos; e além de tirar suas dúvidas irá também lhe indicar o remédio certo para o seu tipo de sintoma.
E além, claro, de ser uma consulta rápida, pois sempre tem uma fármacia próxima de nossos lares. Fazendo este [esse] tipo de atitude, os postinhos de saúde e os hospitais não vão ficar tão sobrecarregados; e o tempo pelos médicos e pacientes será bem aproveitado.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 50 Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 250 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos