Simples sintomas
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
Estamos acostumados a sanar qualquer mal-estar, seja ele diário ou não, com os remédios já bastante conhecidos pela automedicação. Cartelas e comprimidos passados sem nenhuma prescrição [vírgula] mas com os resultados de melhora ou pelo menos a falsa sensação disto [disso], são as principais causas de intoxicação no mundo, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
É muito comum ingerir um medicamento sem uma confirmação concreta afim [a fim] de dinamizar a situação, seja pela falta de informação ou [, seja pela] lentidão de certos meios públicos. Em grande parte dos casos, falta-se a atenção do atendimento médico em hospitais e postos de saúde, cabendo aos analgéticos [analgésicos], antiinflamatórios [anti-inflamatórios] e antitérmicos como os principais solucionadores de tudo isso.
Uma simples indicação familiar pode levar a [à] intoxicação, reações alérgicas e até mesmo dependência química. O uso frequente de certos medicamentos podem [pode] inibir a eficácia dos medicamentos, como o caso dos antibióticos que dificultam o tratamento de infecções e os analgésicos que prejudicam os rins e o fígado. A medicalização, ou seja, a utilização exclusiva do medicamento para o bem-estar, representa uma grave situação de risco. É importante salientar que a automedicação vai desde a mistura de comprimidos a [à] falsificação de prescrições médicas.
Em 2010, a Anvisa modificou algumas regras para vendas de remédios, como os antibióticos, que necessitariam de receitas médicas, mas a falta de convênios por grande parte da população e o enfrentamento de grandes filas em atendimentos hospitalares afugenta [afugentam] o paciente a tratar adequadamente seu sintoma. A orientação através [por meio] de maiores avisos para a minimização da automedicação é essencial, pois o fim desta [dessa] prática comum é incerto.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 20 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 570 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |